Messi põe a Colômbia no bolso, dá gol para Pratto, e Argentina fecha ano em quinto

No futebol jogam 11, mas quem tem Messi pode se dar ao luxo de vencer sem apresentar muitas justificativas. Aos que cobram atuações individuais de Barcelona numa Argentina bastante desencontrada, o craque respondeu na bola e pôs a Colômbia no bolso. Um golaço de falta, lindos dribles e duas assistências na vitória por 3 a 0, nesta terça-feira, em San Juan, pela 12ª rodada das eliminatórias. Pratto, titular no lugar de Higuaín, e Di María foram os beneficiados diretamente pelo talento extraterrestre do camisa 10 e também apareceram no placar, um em cada tempo.

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MAIS MESSI, POR FAVOR

A Argentina é outra com a presença do melhor jogador do mundo em 2015. Se não pôde contra o Brasil em franca ascensão com Tite, a Argentina somou 80% dos pontos em todos os outros jogos com Messi nestas eliminatórias – 12 de 15 possíveis. Sem ele, apenas 33% – sete de 21. O resultado desta instabilidade é o quinto lugar, a um ponto de Equador (terceiro) e Chile (quarto). Se as eliminatórias acabassem hoje, os hermanos teriam de enfrentar o representante da Oceania na repescagem.

MELHOROU, BAUZA?

Tudo leva a crer que Edgardo Bauza terminará o ano empregado. O técnico balançava no cargo após perder para o Brasil, mas conseguiu contornar a crise com sua segunda vitória em seis jogos (soma ainda dois empates e duas derrotas). Se arrumar a casa, a Argentina deve garantir um posto entre os quatro primeiros sem muito sofrimento. Afinal, é a única seleção a ter Lionel Messi…

OLÊ, OLÊ, OLÊ, OLÊ…

… Pratto, Pratto! O atacante atleticano foi titular, esteve em campo por 79 minutos e saiu bastante aplaudido. O seu gol nasceu aos 23 do primeiro tempo, de cabeça, após cruzamento na medida de Messi. Pratto agora tenta se recuperar a tempo de jogar contra o Palmeiras, na quinta-feira, pelo Brasileiro. A torcida do Galo aguarda ansiosa.

ALERTA LIGADO

Sobe a Argentina, desce a Colômbia. A seleção de Falcao García, titular nesta noite, caiu para sexto e estaria hoje fora da Copa na Rússia. A impressão é de que, passado o Mundial de 2014, José Pékerman não conseguiu manter o nível de competitividade do time, cada vez mais previsível. O centroavante agrega qualidade técnica na frente, assim como James Rodríguez e Cuadrado, mas falta mais para a Colômbia encantar como há dois anos.

 

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