Menino encontrado vivendo com porcos é resgatado na China

Um menino foi encontrado na cidade de Fangyu, na província de Henan, na China, no último sábado, com ferimentos pelo corpo, morando em um chiqueiro, cercado por porcos, e incapaz de se comunicar com humanos. Liu Hongbo, de apenas 7 anos, era negligenciado pelos pais e só foi resgatado após suas fotos se tornarem virais na rede social chinesa Sina Weibo (similar ao Facebook). O pequeno agora irá morar com uma tia e receberá uma ajuda mensal do governo. As informações são do jornal Daily Mail.

Foto: Reprodução / Weibo
Foto: Reprodução / Weibo

Voluntários da ONG Puyang Loving Society, que dá suporte a pessoas carentes, conseguiram localizar Liu depois de seu caso se popularizar na internet, comovendo internautas. Vizinhos contaram aos agentes que os pais do menino o negligenciavam. Mesmo no inverno, o garoto era obrigado a dormir no chiqueiro, no jardim da casa da família. Além disso, ele era constantemente agredido pela mãe, que sofre de problemas mentais.


O menino já foi resgatado
O menino já foi resgatado Foto: Reprodução / Weibo

Quando a mulher não podia cuidar do filho, o pai, que é muito pobre, costumava levá-lo de casa em um carro, onde o colocava com porcos na parte traseira. Num desses “passeios”, o menino foi fotografado por uma testemunha, que divulgou os cliques na internet, alertando para a história do pequeno.

Ainda de acordo com conhecidos da família, o casal teve cinco filhos, mas apenas dois sobreviveram – incluindo Liu.

O pai levava o menino no carro ao lado de porcos
O pai levava o menino no carro ao lado de porcos Foto: Reprodução / Weibo

O menino chinês chegou a morar com uma tia logo após o nascimento, mas acabou devolvido para os pais quando fez três anos. Agora, ele será devolvido a esse mulher, que cuidará dele. O governo chinês também garantiu que, até chegar à maioridade, aos 18 anos, Liu receberá um auxílio mensal de, aproximadamente, R$ 200.

Ainda não foi confirmado se os pais do garoto irão ser punidos pela negligência e agressões contra o filho.

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