Má prestação de serviços e tentativa de obstruir fiscalização leva Procon a autuar estacionamento

Após recebimento de diversas denúncias indicando problemas no atendimento do serviço de estacionamento explorado pela empresa Campo Grande Parking em estacionamento do shopping Campo Grande, a fiscalização da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumido – Procon/MS, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast, realizou diligência no local tendo constatado várias irregularidades em prejuízo do consumidor.

Entre estas vale ressaltar a impossibilidade do usuário em pagar pelo tempo de utilização do estacionamento, notadamente se só dispuser de cédulas de valor alto (cem reais, por exemplo), o que não é aceito pelas máquinas. Os diferentes locais de saída não disponibilizam funcionários que possam auxiliar na solução de problemas enfrentados pelos consumidores como a existência de maquinas ou cancelas com defeito.

Foi constatada a presença de apenas uma auxiliar, em um dos quatro pontos de saída, com revezamento ou seja, uma pessoa atende das 10h às 16h e outra das 16h às 22h, com isso prejudicando as pessoas que se dirigem aos cinemas cujo funcionamento, via de regra, passa das 22 horas. Para dificultar, ainda mais, existe equipamentos com defeito obrigando o consumidor a se dirigir a outro local para deixar as dependências do estacionamento.

A ausência de informações sobre prioridades, de acordo com o que determina a Lei Estadual 3.530/2008, dando a entender desconhecimento a respeito a necessidade de liberar tal informação aos consumidores que poderiam se beneficiar dela. Além disso, funcionários da empresa responsável pelos serviços procuraram impor obstáculos ao trabalho da fiscalização.

De todas as maneiras tentaram, de todas as maneiras, impedir acesso à sala de administração que se encontrava fechada se negando a indicar pessoa que pudesse se responsabilizar pelo atendimento, o que só ocorreu depois da fiscais esperarem por mais de 30 minutos e afirmarem que solicitariam a presença de integrantes da Delegacia de Defesa do Consumidor – Decon.

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