Líder do PCC, Marcola é transferido para presídio federal em Brasília

VEJA/JP

PLANO ESPETACULAR - Marcola: o PCC pretendia contratar mercenários com armas pesadas para libertá-lo (//Reprodução)

Líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, está sendo transferido nesta sexta-feira, 22, de um presídio federal em Porto Velho para uma unidade em Brasília. Além de Marcola, outros três presos também foram transferidos: Claudio Barbará da Silva, o Barbará; Patric Velinton Salomão, o Forjado; e Pedro Luiz da Silva, o Chacal. O deslocamento dos detentos é feito pela Força Aérea Brasileira e a previsão é que o procedimento seja concluído no início da tarde.

“A ação é parte dos protocolos de segurança pública relativa à alternância de abrigo dos detentos de alta periculosidade ou integrantes de organizações criminosas, entre as unidades prisionais federais. A medida é estratégica para o isolamento de lideranças e fundamental para o enfrentamento e o desmonte de organizações criminosas”, afirma o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

A transferência é realizada em operação conjunta dos órgãos de Segurança Pública, coordenada pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi), do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Segundo a pasta, a escolta de transferência envolve agentes do Departamento de Penitenciário Nacional (Depen), do Comando de Operações Táticas da Policial Federal (COT/PF) e da Seopi.

No dia 13 de fevereiro, Marcola e outros 21 membros da facção foram transferidos para presídios federais em Porto Velho (RO), Brasília (DF) e Mossoró (RN). Conforme relatórios de inteligência do Ministério Público, eles são apontados como quadros da chamada “Sintonia Final”, a hierarquia mais elevada dentro da organização criminosa.

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