Libertadores: Conmebol proíbe Gallardo de pisar na Bombonera na final

VEJA/JP

O técnico do River Plate, Marcelo Gallardo, oferece uma coletiva de imprensa no estádio Monumental em Buenos Aires – 02/11/2018 (Eitan Abramovich/AFP)

A Conmebol proibiu o técnico Marcelo Gallardo, do River Plate, de pisar na Bombonera durante a final da Copa Libertadores da América, contra o rival Boca Juniors. O argentino estava suspenso no segundo jogo da semifinal, contra o Grêmio, em Porto Alegre, mas passou instruções para os jogadores durante a partida e teve punição renovada.

Marcelo Gallardo não poderia treinar o River em Porto Alegre por atrasar a entrada do time em campo na partida de ida. Nos camarotes da Arena do Grêmio, o treinador argentino passou ordens táticas aos jogadores por meio de rádios comunicadores e, durante o intervalo, entrou no vestiário dos visitantes para passar instruções à equipe. O Grêmio entrou com uma ação na Conmebol repudiando o ato ilegal e pedindo para ficar com a vaga do River na final, mas não tiveram sucesso.

Na terça-feira, o presidente do River Plate, Rodolfo D’Onofrio, criticou a postura da entidade de tratar Gallardo como um “criminoso”. “Está no regulamento, mas deve ser modificado. Estou incomodado porque chegaram a um extremo. A nossa Constituição estabelece claramente que uma pessoa pode transitar livremente por onde quiser e pode ir a um campo de jogo para ver uma partida de futebol. É certo que ele descumpriu um regulamento e deve ser punido, mas não chegar a este extremo no qual quase é tratado como um criminoso”, disparou, em entrevista à Radio Rivadavia.

O River Plate será comandado pelo auxiliar Matías Biscay no próximo sábado, quando enfrentará o Boca Juniors pelo jogo de ida da final da Libertadores, na Bombonera, a partir das 18h (horário de Brasília).

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