Latrocínio em aldeia é desvendados com 5 participantes; dois são presos

Lúcio Borges

A PC-MS (Polícia Civil de MS) em Douradina, por meio da delegacia local, juntamente com Setor de Investigações Gerais (SIG) de Dourados, conseguiu elucida crime de latrocínio -roubo seguido de morte – ocorrido em aldeia do município a 190 km de Campo Grande. Os então acusados autores foram presos e identificados como Delo Canteiro da Silva e Maiquelo Hilton Turibeo. A dupla tem contra si, o crime que vitimou José Evangelista Filho, 67 anos, ocorrido no último dia 15, na aldeia Lagoa Rica. Além dos dois, outros três menores de idade também foram identificados como participantes do roubo.

Conforme a PC apontou, a vítima foi encontrada sem vida com vários ferimentos na cabeça. Evangelista era um conhecido vendedor de alimentos e utensílios domésticos, atividade que ele desenvolvia na referida Aldeia, a bordo de uma Kombi. Assim, o crime causou muita revolta entre os moradores da aldeia, uma vez ele era tido como uma pessoa que muito ajudava a comunidade. Contudo, apesar dele ser solidário a comunidade, ele teria sido morto por membros da aldeia.

“Ao tomar conhecimento dos fatos, a polícia passou a realizar diligências com a finalidade de identificar os autores do crime, sendo então apurado que tais pessoas seriam indígenas e que mataram a vítima visando roubar o dinheiro que ela trazia consigo. Restou apurado que os autores haviam decidido matar a vítima mesmo que ela não esboçasse reação, uma vez que temiam ser reconhecidos e que se utilizaram de pedras, paus e facas para matar José”, apontou direção do SIG.

Mataram, mas não conseguiram roubar

As investigações demonstraram ainda, que após matar José Evangelista, os autores não conseguiram subtrair o dinheiro, uma vez que estava guardado em uma pasta que se encontrava escondida atrás do banco da Kombi.

Assim, o Delegado representou pela decretação da prisão de Delo e Maiquelo, pedido deferido pelo Ministério Público e Poder Judiciário, pela prática de latrocínio (roubo seguido de morte), cuja pena máxima é de 30 anos

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