Juiz mantém prisão de Jamil Name; empresário irá para Presídio de Trânsito

Empresário e mais 4 têm prisão mantida na custódia e serão levados para presídio

O empresário Jamil Name e todos os outros quatro presos durante a Operação Omertà que tiveram flagrantes registrados passaram pela audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (30) e vão continuar detidos. Além das prisões decretadas na investigação de suposta milícia envolvida com crimes de pistolagem em Campo Grande, eles foram flagrados com armas ilegais e tiveram os flagrantes convertidos em prisão preventiva pelo juiz David de Oliveira Gomes Filho.

Chegada de Jamil Name, apontado pelo Gaeco como um chefes da milícia que agia em MS, ao Centro de Triagem, em Campo Grande — Foto: Reprodução/TV Morena

Jamil foi preso juntamente com o filho, Jamil Name Filho, na última sexta-feira (27). Na casa dele foi encontrada uma pistola Glock carregada.

Ao saber da prisão, o empresário chegou a ter um mal súbito e foi socorrido. O advogado de defesa da família Name, Renê Siufi, chegou a declarar que a prisão dos clientes era uma ‘piada do Gaeco’. Ele entrou com habeas corpus para os clientes na noite de sexta-feira (27), mas teve o pedido negado.

Agora, o empresário será encaminhado ao Ptran (Presídio de Trânsito de Campo Grande).

Operação Omertà

A operação tem o nome de Omertà, uma referência à máfia siciliana e napolitana, que quer dizer o código do silêncio e família. A ação teve apoio de 17 equipes do Garras, Gaeco e Batalhão do Choque. Em Campo Grande, foram cumpridos 44 mandados, sendo 13 de prisão preventiva, 10 de prisão temporária e 21 de busca e apreensão.

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