João Rocha já é ‘anunciado’ como reeleito presidente da Câmara

Presidente da Câmara João Rocha em pronunciamento oficial a imprensa (Fotos: Lúcio Borges)
Presidente da Câmara João Rocha em pronunciamento oficial a imprensa (Fotos: Lúcio Borges)

O atual presidente da Câmara de Vereadores de Campo Grande, João Rocha (PSDB), deve continuar na direção da Casa, para cumprir período total do próximo mandato de 2017/2018. Ele que foi eleito em novembro do ano passado, para substituir o então presidente Mario Cesar (PMDB), que foi afastado do cargo pela Justiça, devido aos processo da então operação Coffee Breink, é o mais cotado para continuar como titular da Câmara. O seu partido, que o reelegeu e elegeu mais cinco vereadores, para a próxima legislatura, já fechou questão em tornou de seu nome e em conjunto com outros parlamentares crê na sua recondução ao cargo. Para colegas, não há outro nome forte para uma suposta disputa, que até não deve ocorrer, ante um consenso que está ou será articulado.

A experiência, conhecimento das Leis e funcionamento da Casa são fatores preponderantes apontados com Rocha, para que a eleição da mesa diretora da Câmara, que acontece em 1º de janeiro de 2017, no dia da posse dos vereadores eleitos em outubro passado, caminhe para a formação de uma chapa de consenso em torno da reeleição para continuar a atual presidência nos próximos dois anos. A posição foi ‘anunciada’ extra-oficialmente pelo vereador eleito, Wellington Dias (PSDB), que esteve na manhã desta quinta-feira (17) visitando o plenário da Casa de Leis, durante a sessão ordinária de hoje.

“Rocha é para nosso partido e como em geral entre os atuais vereadores e futuros, que reúne condições para continuar a guiar a Câmara, como instituição, e mais ainda para lidar com toda a renovação (62% de novos vereadores – 18 dos 29 eleitos) que se fez nas urnas. O presidente tem experiência de seus três mandatos, conhecimentos das legislações interna/ externa e funcionamento da Casa, desde antes, como mas ainda neste período que já assumiu a direção há um ano. Rocha é mediador, conciliador, tem visão de futuro. Assim o delegadoPSDB está convicto de sua recondução, bem como em analise feita por parlamentares mais antigo”, apontou Dias, o tucano recém eleito (foto).

O também tucano vereador Lívio Viana, presidente municipal do PSDB, e que assumiu mandato em maio de 2015, sendo agora reeleito para mais quatro anos, também ratificou que o ‘João’ é o nome do partido para continuar na presidência e nenhum outro vereador é cogitado para assumir o posto. Assim, disse nesta manhã Lívio, que chegou a se apresentar como opção. Ele comentou que em uma reunião interna do partido, ontem, sacramentou o nome de João Rocha como candidato tucano. “Agora vamos trabalhar para que haja consenso em torno de uma chapa única. É importante o João Rocha continuar na presidência, até por ser um vereador experiente já de vários mandatos em um momento de grande renovação na Casa”, comentou.

Saindo de fininho

Dr. Livio Viana, durante entrevista ao Página Brazil. (Foto: Paulo Francis)
Dr. Livio Viana, durante entrevista ao Página Brazil. (Foto: Paulo Francis)

Sobre a decisão de retirar seu nome como opção do partido em uma eventual disputa, Lívio resumiu a sua retirada, antes de entrar oficialmente. “Chegamos a um consenso. E não tem melhor e maior representatividade”.

O vereador Chiquinho Telles, do PSD, partido do prefeito eleito, Marquinhos Trad, também defendeu o consenso por chapa única. Segundo ele, esse é o caminho mais viável para mostrar a unidade da Casa. “Naturalmente por qualidade e quantidades tudo caminha para isso e sendo a melhor opção em tudo. Tanto o consenso, como o nome de peso”, comentou.

Rocha, mesmo que tenha um suposto concorrente, tem a maioria para ser eleito, pois o PSDB detém a maior bancada eleita, com sete vereadores, mais oito eleitos pela Coligação do partido nas últimas eleições. Portanto, são 15 vereadores de um total de 29 na Casa.

Já o bancada do prefeito, que se fosse se aventurar tem sete vereadores eleitos. Outros sete são de dois independentes; dois do PMDB, que saiu sozinho nas eleições; e quatro de um suposta oposição, com três do PP e um do PT.

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