Jamil Name e Filho viram réus em processo que apura arsenal encontrado em Campo Grande

A Justiça aceitou o aditamento da denúncia no caso do arsenal apreendido no Jardim Monte Líbano em Campo Grande, e que pertenceria a milícia do jogo do bicho, que segundo o Gaeco é comandada por Jamil Name e Jamil Name Filho.

Desta forma incluiu-se outros réus no processo, além do ex-guarda municipal Marcelo Rios, são eles: Jamil Name, Jamil Name Filho, Rafael Antunes Vieira, Vladenilson Daniel Olmedo e Márcio Cavalcanti da Silva. Os réus têm dez dias para apresentarem resposta à acusação.

Armas apreendidas em Campo Grande — Foto: Polícia Militar/Divulgação

ARSENAL
No mês de maio foram apreendidos pelo Guarras 2 fuzis AK-47, 6 carabinas, 17 pistolas, 1 revólver, munições e carregadores. “São todas armas sem registro, ilegais e o destino será investigado agora. Provavelmente, elas tem origem no Paraguai. Além das armas, nós achamos um carro com registro de roubo/furto e ele então vai responder pelo artigo 16, que é a posse ilegal e também receptação”, explicou o delegado João Paulo Sartori, adjunto do Garras.

DEFESAS
As defesas dos citados nesta reportagem. O advogado Renê Siufi, que defende Jamil Name e Jamil Name Filho, informou que ambos não conhecem a origem das armas, e que Jamil filho não sabia que Marcelo rios estava guardando o arsenal na casa, no bairro Monte Líbano.

O advogado Anderson Buzo, que representa o ex-guarda municipal Rafael Antunes, disse que o cliente apenas prestava serviço como motorista da família e que não sabia do arsenal. O advogado Alexandre Franzoloso, que faz a defesa do ex-guarda Marcelo Rios, preso com as armas, informou que não se manifestará enquanto o processo estiver em andamento.

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