Jamal Salem defende a terceirização de serviços na saúde e diferenciação nas licitações

Questionado sobre a falta de medicamentos nos postos de saúde da capital, durante a terceira oitiva da CPI das Contas Públicas, o secretário de saúde municipal, Jamal Salem, explicou que a falta de experiência com a burocracia do sistema de licitação foi o motivo, “Se você precisa de dipirona daqui para dezembro por exemplo tem que fazem o pedido agora”, afirma.

Outra situação apontada pelo secretário é que muitas vezes a realidade dos pedidos não condiz com o planejamento, e que uma determinada remessa, pode não ser suficiente porque a demanda se altera. Ele acredita que a licitação para a saúde deve ser diferenciada, no sentido de facilitar e assim dar agilidade ao processo.

Salem ainda salientou que a saída para os serviços de saúde na Capital é a terceirização do serviço, “A gestão compartilhada é a saída do futuro, eu vejo por exemplo que o número de pessoal é menor e o custo é menor”. Segundo ele, cada umas das 9 UPAs de Campo Grande economizaria em torno de 700 mil reais com isso.

Luana Campos

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