Informatização dos sistemas do governo é vista como ferramenta para ajudar na economia do Estado, explica Riedel

Nádia Nicolau

O secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, esteve no estúdio da Capital FM, nesta quarta-feira (11), para participar do Tribuna Livre. Um dos assuntos em pauta foi o processo de modernização dos sistemas e dos serviços que o Estado oferece à população, também foi mencionada a situação da Rota Bioceânica e entre outras pautas.

Conforme declaração do secretário Eduardo Riedel, a informatização do governo é uma das medidas que o Executivo enxerga como ferramenta que ajuda na economia do Estado. Nas palavras do gestor da área estratégica, “já se avançou muito, na junta comercial e sistemas online. Isso economiza e melhora”.

Mesmo alegando melhorias e previsão de economia, especialmente no ambiente dos negócios, ele afirmou que “temos problemas, mas a caminhada é longa, não podemos nos acomodar”. Riedel não soube quantificar, exatamente em valores, o reflexo que a adesão da informatização pode agregar ao Estado, mas ponderou que há uma otimização e eficiência do processo.

Despesas e receitas – Destacando a lenta recuperação da economia no país e que acaba impactando negativamente as relações comerciais dos entes federativos, Eduardo Riedel ressaltou que “a economia não está respondendo de maneira ideal”.

Ele citou como exemplo a instabilidade de volume e de preço do gás boliviano, e comentou que Mato Grosso do Sul aguarda a efetiva distribuição das receitas dentro do plano de equalização e, também, da Lei Kandir.

“Esse ano o governo teve uma briga com a União para receber recursos de 2017”, disse Riedel, explicando que embora a conjuntura financeira apresente enfraquecimento, não há “enrolação”, a crise é encarada de frente.

Ainda na avaliação de Eduardo Riedel, “estamos no meio de uma mudança estrutural, de reformas administrativas”.

Rota Bioceânica – “É um sonho se concretizando”, assim o secretário definiu a construção da Rota Bioceânica que, segundo ele, possibilitará ampliação das estratégias comerciais dentro e fora do Brasil, já que “vai abrir caminhos”.

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