Homem tenta “cavalo doido” e acaba preso com 2t de maconha

Policiais da Defron (Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira), fizeram no final da manhã de sexta-feira (04), a prisão de André Luís de Araújo Rauzer, 30, morador no Assentamento Itamaraty, na região de Ponta Porã, transportando em uma caminhonete com placas do Paraguai, quase duas toneladas de maconha, na modalidade Cavalo Doido.

Policiais da Defron apreenderam 2t de maconha - Foto: Divulgação
Policiais da Defron apreenderam 2t de maconha – Foto: Divulgação

O fato ocorreu próximo ao Posto Fiscal Aquidaban na MS-164, durante bloqueio policial onde uma caminhonete Ford Ranger de cor azul com placas paraguaias, ao ver o bloqueio fez o retorno na rodovia evadindo-se sentido Ponta Porã.

Os policiais da Defron, fizeram o acompanhamento por cerca de 3km, sendo que o condutor abandonou o veiculo e tentou fugir correndo para uma mata, sendo contido pelos policiais.

Em vistoria ao veiculo foram localizados na carroceria e nos bancos traseiros, 1.782 tabletes de maconha que totalizaram 1.903 quilos da droga. André relatou que pegou a droga no estacionamento de um Shopping no Paraguai e que levaria ate Dourados, deixando em um posto de combustível para que outro motorista assumisse a o transporte da carga.

O condutor relatou que e acostumado a fazer essa rota e se intitulou um especialista em cabriteiras, que são rotas utilizadas para tentar fugir da fiscalização policial. Relatou ainda que já fez mais de 15 viagens recebendo R$ 3 mil em cada uma delas.

O caso foi registrado como Trafico Internacional de drogas na Delegacia de Policia Federal de Ponta Porã.

Cavalo Doido

O método “Cavalo Doido” diz respeito ao modo de transportar a droga. Os veículos utilizados têm bancos e acessórios arrancados e todo o espaço ocupado com grande quantidade de drogas, sem qualquer tipo de disfarce.

Carregado, o carro anda em grande velocidade, sem paradas, e sem respeitar qualquer tipo de sinalização ou autoridades públicas.

O objetivo é evitar perdas e chegar o mais rápido possível ao ponto onde o entorpecente seria vendido.

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