Homem é preso após estuprar e matar a facada tia de 64 anos

Da Redação

Homem confessou o crime Foto: (Polícia Civil/Divulgação)

Um homem de 24 anos foi preso nesta quinta-feira (25), após estuprar e matar a facada a tia de 64 anos, em Nova Andradina, a 301 quilômetros de Campo Grande. Ele estava em um assentamento da região quando foi preso. O crime ocorreu na última sexta-feira (19).

De acordo com a polícia, o suspeito informou que no dia do crime consumiu bebida alcoólica e foi até a casa da vítima. Ele pulou o muro da residência e, ao entrar no local, tentou a violência. Em luta corporal, ele pegou uma faca das mãos da vítima, que tentava se defender, e desferiu um golpe em seu pescoço.

Faca que sobrinho usou para matar idosa, após estuprá-la, em Nova Andradina (MS). — Foto: Divulgação/Polícia Civil
Faca utilizada no crime foi jogava próxima a um córrego (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

O homem não conseguiu concluir o abuso sexual, mas chegou a ejacular nas partes íntimas dela, o que é considerado estupro. Ele jogou suas roupas ensanguentadas em uma fossa e a arma do crime próximo a um córrego.

Segundo informações da titular da DAM (Delegacia da Mulher) de Nova Andradina, Daniella Nantes, o jovem tinha convivência com a vítima e algumas vezes chegava a dormir em um quarto aos fundos da residência dela. No dia do crime, ele monitorou o local e, mesmo sem saber se havia um dos filhos na casa, decidiu pular o muro e arrombar a porta.

Ainda conforme a delegada, durante as investigações, haviam cinco suspeitos. O homem preso foi o último a prestar depoimento, por trabalhar em uma empresa que viajava para vários estados.

De acordo com o delegado Rafael Carvalho, um policial compareceu ao velório da idosa para visualizar atitudes estranhas de pessoas e levantar possíveis suspeitos. O agente observou que o sobrinho estava com marcas e arranhões na região do rosto.

O rapaz tem passagens por tentativa de estupro e por tentar entrar em uma casa onde duas meninas estavam sozinhas. O caso foi registrado como estupro seguido de morte, mas por ainda não ter finalizado o inquérito, há possibilidade de passar-se o caso para feminicídio.

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