Haddad quer Mario Sérgio Cortella no Ministério da Educação

VEJA/Estadão Conteúdo

O filósofo e escritor Mario Sérgio Cortella, cotado para ser ministro da Educação em eventual governo de Fernando Haddad (PT) (Bruno Poletti/Folhapress)

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, postou uma mensagem em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira (15) sugerindo o nome do filósofo e articulista Mario Sérgio Cortella para o Ministério da Educação.

“Sou amigo do Mario Sérgio Cortella há anos. Ele acompanhou meu trabalho como ministro e há muito tempo digo que ele deveria pensar em ocupar o Ministério da Educação. Quero montar a equipe dos melhores”, escreveu o ex-prefeito da capital paulista.

Em entrevista à rádio Bandeirantes também nesta segunda, Haddad havia falado sobre o assunto. “Há muito tempo eu liguei para o Cortella e falei, se eu puder opinar — não era candidato a nada —, eu acho você tem que pensar em ocupar o Ministério da Educação. Você é um quadro que tem o respeito de todas as forças. Eu fiz um comentário tempos atrás. Recentemente, trocamos um telefonema porque ele é meu amigo”, disse.

Cortella não é o primeiro nome aventado pelo presidenciável do PT para compor um eventual ministério. Na semana passada, o ex-prefeito de São Paulo sugeriu que o empresário Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José Alencar, “tem todas as condições, perfil e sensibilidade social” para chefiar a Fazenda caso ele seja eleito.

“Isso é só especulação, sem nenhum fundamento. Nem é o momento para isso (conversas)”, desconversou o empresário ao falar com a reportagem.

Joaquim Barbosa

Haddad também disse estar mantendo diálogo com o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa, com quem chegou a se reunir em Brasília. O ex-ministro, que foi relator do processo do Mensalão no Supremo, chegou a ser cotado como candidato à Presidência pelo PSB nestas eleições, mas desistiu.

“Joaquim Barbosa é uma pessoa que eu respeito. Nós vamos montar uma equipe com os melhores brasileiros para superar a crise que estamos passando”, afirmou, em entrevista à rádio Bandeirantes.

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