Greve dos professores atinge menos de 20% das escolas municipais

O primeiro dia útil de maio começa com greve dos professores da Rede Municipal de Ensino (Reme) de Campo Grande. Eles pedem que o Executivo cumpra a lei sobre o piso nacional da categoria. A prefeitura já encaminhou à Câmara projeto referente ao reajuste dos servidores.

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De acordo com o Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Básica (ACP), a greve é por tempo inderteminado. Os professores afirmam que estão em negociação com a prefeitura desde agosto de 2015, ano em que também houve greve.

A ACP pede reajuste de 11,36% referente a 2016 e mais 13,01% de 2015. Na semana passada, a prefeitura encaminhou à Câmara Municipal nova proposta sobre o salário dos servidores.

Antes de ir à votação, o projeto deve passar pelas comissões da Câmara para avaliação legal. Os vereadores devem chamar ainda os servidores para conversar.

Das 94 escolas da Reme, 77 decidiram não aderir ao primeiro dia de greve e 16 funcionam parcialmente.

De acordo com a maioria das escolas, os gestores decidiram não aderir à paralisação para não prejudicar os alunos, contudo deixaram livre aos professores fazerem suas escolhas. Nas escolas que estão funcionando parcialmente, são os professores concursados que decidiram aderir ao movimento. Os professores convocados não estão participando da manifestação.

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