Governador sanciona reforma que reduz tamanho do Governo

O governador Reinaldo Azambuja sancionou a reforma que reduz ainda mais a estrutura administrativa. Com a Lei 5.304/2018 publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (26.12), Mato Grosso do Sul se consolida como o Estado com menor número de secretarias do País. As mudanças passam a valer em 1º de janeiro de 2019.

O Governo do Estado terá nove secretarias. A Secretaria de Estado de Cultura e Cidadania deixará de existir e as competências dela, das subsecretarias subordinadas, da Fundação de Cultura e da Fertel (responsável pela rádio e TV Educativa) serão absorvidas pela Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov), com a criação da Subsecretaria Especial da Cidadania.

De acordo com o governador Reinaldo Azambuja, o objetivo das adequações é tornar as ações dos órgãos e entidades mais eficientes e condizentes com a realidade socioeconômica. “Gastamos menos com o Governo para poder gastar mais com as pessoas. Com a menor estrutura administrativa do País podemos manter o Estado de pé e continuar investindo em obras e ações para melhorar a vida da população”, afirma.

A Segov também vai ganhar mais duas novas subsecretarias: a de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e a de Assuntos Comunitários. A reforma transforma ainda a Subsecretaria de Relações Institucionais no Escritório de Gestão Pública, para assessorar o governador e o Secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, especialmente na articulação das relações políticas com os Municípios e os Poderes.

Outra mudança é a alteração do nome da Subsecretaria de Representação do Distrito Federal para Escritório de Relações Institucionais e Assuntos Estratégicos no Distrito Federal. Além disso, a edição 9.807 de hoje traz a Lei 5.305, que trata das nomenclaturas, funções, vencimentos e quantitativo dos cargos em comissão.

Quando assumiu o Governo em 2015, Reinaldo Azambuja já havia feito uma grande diminuição no tamanho do Governo, de 15 para 10 secretarias, além do corte de 3.900 cargos em comissão.

 

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