Gaeco cumpre mandado de busca e apreensão na Câmara Municipal

scaff
Procurador-jurídico André Scaff.

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), cumpriu na manhã desta quinta-feira (19), mandado de busca e apreensão na Câmara Municipal de Campo Grande, na sala do procurador-jurídico da Casa, André Scaff.

No início da manhã, os agentes cumpriram o mandado na casa de Scaff e depois seguiram para o local de trabalho do procurador. Eles chegaram na Câmara às 07h40 e deixaram o local por volta das 09h45 com um malote. Os advogados do Scaff acompanharam a ação.

De inicio, a assessoria do Legislativo, se apressava em dizer que não havia nada ou nem ouve menção a vereadores ou a Câmara.  A explicação era feita devido a repercussão e movimentação na Casa, ante ao histórico de escândalos e atuação do Gaeco, que voltou a ‘estremecer’ a Câmara Municipal, com a ação novamente hoje, na Casa. O novo ato do Gaeco levou as especulações sobre o desenrolar a Operação Coffee Break, que envolve vereadores, ou, até novo fato envolvendo outras investigações em curso no Estado.”Chegaram e pediram para tratar com o Andre Scaf. Que o assunto é sobre e com ele. O Gaeco chegou com mandado de busca e apreensão direcionado somente a ele”, pronunciou assessoria, que não sabe dizer o que foi levado, da sala de Scaff.

O presidente da Câmara, vereador João Rocha (PSDB) disse que está se inteirando do assunto e se pronunciará mais tarde, mas adiantou que o caso não tem nenhuma ligação com a Casa de Leis e nem com nenhum vereador. “Gaeco veio com mandado oficial de busca e apreensão, com especificação de assunto e nome do Scaf. Mas como adentrou ao prédio público Câmara e se refere ao servidor, vamos falar oficialmente com dados concreto”, disse.

A assessoria do Gaeco não informou a qual investigação a operação se trata, nem quantas pessoas estão envolvidas na ação de hoje.

O Gaeco realiza, desde agosto do ano passado, a operação Coffee Break, que apura eventual compra de votos na cassação do prefeito Alcíde Bernal (PP), em março de 2014.

*Com informações de Lúcio Borges

Comentários

comentários