Funcionários acusam empresário de assédio e exploração sexual

A Delegacia de Polícia de Sonora concluiu o inquérito policial que apura crimes sexuais praticados, em tese, por um empresário, de 46 anos de idade, que não teve o nome divulgado pela polícia, contra um ex-funcionário de 19 anos de idade, e um adolescente de 14 anos de idade.

Foto: Divulgação/PC
Foto: Divulgação/PC

O autor foi indiciado pela prática dos crimes de assédio sexual, importunação ofensiva ao pudor, ameaça e exploração sexual de adolescente.

O jovem de 19 anos de idade contou que era constantemente assediado sexualmente pelo patrão, o qual fazia propostas libertinas e mostrava vídeos pornográficos. Além disso, a vítima relatou que, em certo dia, acompanhou o patrão até uma chácara na região pantaneira de Sonora/MS, para ajudá-lo no carregamento de frangos, ocasião em que o autor insistiu em manter um contato mais íntimo, tendo exibido acessórios eróticos e tocado o órgão genital do funcionário.

Em cumprimento ao mandado de busca e apreensão, foram encontrados na chácara do autor, especificamente em seu quarto, preservativos masculinos, diversos lubrificantes íntimos e uma mangueira de bomba peniana.

Posteriormente, um laudo pericial constatou que no notebook do autor também havia fotos de indivíduos nus e seminus praticando sexo.

No decorrer da investigação, foi descoberta a existência de outra vítima, um adolescente de 14 anos de idade, que trabalhou como ajudante de pedreiro na chácara do autor.

Segundo o adolescente, por várias vezes, o autor tocava o seu órgão genital e insistia em manter relação sexual sob promessas de presenteá-lo com um aparelho celular.

Durante o seu interrogatório policial, o indiciado não negou os fatos e optou por permanecer em silêncio.

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