França reconhece “risco persistente” de desabamento de Notre Dame

VEJA/EFE/JP

Vista interna da Catedral de Notre-Dame mostra parte do telhado que cedeu durante o incêndio – 16/04/2019 (Foto: STR/AFP)

O Ministério da Cultura da França alertou nesta quarta-feira, 14, ainda haver “risco persistente” de desabamento da Catedral de Notre Dame, atingida por um incêndio de grandes proporções em abril deste ano. A recente onda de calor que atingiu a França e toda a Europa provocou a queda de pedras da abóbada da catedral.

As obras de recuperação de Notre Dame, interrompidas no último dia 25 de julho, deverão ser reiniciadas imediatamente, informou o governo francês. A suspensão deu-se por causa da preocupação com a exposição dos trabalhadores ao chumbo que derreteu após a destruição da agulha central e do teto de Notre Dame no incêndio. A limpeza do material deve durar mais três semanas.

“Por causa da onda de calor, voltamos a registrar recentemente quedas de pedras da abóbada. O ritmo das obras iniciadas no dia 16 de abril se justifica unicamente pela urgência vinculada ao risco persistente de desabamento”, disse o Ministério da Cultura em nota.

Apesar de destacar a necessidade de retomar as obras para impedir o desabamento de Notre Dame, o governo da França disse que a saúde dos operários é prioridade absoluta e prometeu que os protocolos de segurança trabalhista serão reforçados.

O Ministério da Cultura da França alertou nesta quarta-feira, 14, ainda haver “risco persistente” de desabamento da Catedral de Notre Dame, atingida por um incêndio de grandes proporções em abril deste ano. A recente onda de calor que atingiu a França e toda a Europa provocou a queda de pedras da abóbada da catedral.

As obras de recuperação de Notre Dame, interrompidas no último dia 25 de julho, deverão ser reiniciadas imediatamente, informou o governo francês. A suspensão deu-se por causa da preocupação com a exposição dos trabalhadores ao chumbo que derreteu após a destruição da agulha central e do teto de Notre Dame no incêndio. A limpeza do material deve durar mais três semanas.

“Por causa da onda de calor, voltamos a registrar recentemente quedas de pedras da abóbada. O ritmo das obras iniciadas no dia 16 de abril se justifica unicamente pela urgência vinculada ao risco persistente de desabamento”, disse o Ministério da Cultura em nota.

Apesar de destacar a necessidade de retomar as obras para impedir o desabamento de Notre Dame, o governo da França disse que a saúde dos operários é prioridade absoluta e prometeu que os protocolos de segurança trabalhista serão reforçados.

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