Força tarefa interdita 1 e autua 28 postos de combustível na Capital

A força tarefa de fiscalização aos postos de combustíveis em Campo Grande, divulgou nesta quinta-feira (14) dados do balanço geral da operação. De 34 postos de gasolina vistoriados desde a última terça-feira (12), 28 foram autuados por infrações administrativas como ausência de placas de preços, ou em locais indevidos, reprovação em bicos de bombas e falhas nas documentações. Apenas um posto foi interditado por funcionar sem autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Além dos postos a operação também fiscalizou 3 distribuidoras de combustíveis e 3 de gás liquefeito de petróleo (GLP), onde não encontraram maiores irregularidades. Na capital existem 164 postos em funcionamento, sendo que os escolhidos para vistoria são, de acordo com delegado da Delegacia do Consumidor (Decon MS), Elton Galindo, “os mais frequentados e os que praticam melhores preços”. A operação é de âmbito nacional e realizada anualmente.

Até o momento não foram encontradas irregularidades criminais, caracterizadas pela adulteração do combustível com mais de 27% de etanol na composição. No entanto, segundo o chefe da fiscalização da ANP, Manoel Policarpo, existem suspeitas, e por isso amostras colhidas nos estabelecimentos foram encaminhadas a um laboratório especializado em Goiânia. Caso os laudos sejam positivo para a fraude, os responsáveis podem pegar até 5 anos de prisão. Os resultados ficarão pronto de 10 a 20 dias.

A Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon MS), encontrou nas vistorias 18 postos vendendo produtos com validade vencida entre lubrificantes e alimentos das conveniências, “Haviam produtos vencidos desde 2012”, declara o coordenador do Procon/MS, Erivaldo Marques.

Para o chefe regional do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro-MS), Nilton Pinto Rodrigues, a qualidade dos postos de MS atingem níveis internacionais de qualidade que tem que se manter em linha reta e essas ação beneficias os próprios postos ale´m do consumidor, porque coíbem as concorrências desleais.

No Estado a força tarefa também passou pelas cidades de Amambai e Coronel Sapucaia.

Luana Campos

 

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