Execução de jornalista pode estar relacionada com cobertura do crime organizado

A morte do jornalista Lourenço Veras, 52, em Pedro Juan Caballero na quarta-feira (12) reacendeu novamente as discussões sobre os riscos que envolvem a atividade jornalística na fronteira. Em 2012, outro jornalista, Paulo Rocaro, foi executado nesta mesma região, entre os limites das cidades de Ponta Porã e Pedro Juan.

Leo Veras, como era conhecido, proprietário e editor do site de notícias Porã News, atuava na cobertura de temas relacionados a segurança pública há 15 anos.

Ele concedeu entrevista a um documentário da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) em 2017 e a um canal de televisão aberta no início deste ano no qual comenta sobre a situação na região de fronteira seca entre o Brasil e o Paraguai.

Momentos após a execução realizada por três pistoleiros por volta das 21 horas, começaram a circular vídeos, textos e áudios de profissionais da imprensa relacionando o assassinado à atividade jornalística de Veras.

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