Douradense é condenado a 16 anos por tentar matar delegado e policial

Lúcio Borges

A Justiça em Dourados foi ágil e diante da maioria das realidades, super rápida para realizar o julgamento de  Anderson da Gloria Souza, que foi condenado nesta quinta-feira (13), após quatro meses de ter tentado matar um delegado e outro policial civil. O próprio TJ-MS (Tribunal de Justiça de MS) exalta que ‘mais uma vez, a 3ª Vara Criminal de Dourados responde com celeridade aos reclames da sociedade”. Na tarde de ontem, se realizou a sessão de julgamento do Tribunal do Júri, tendo como réu que foi pronunciado nos crimes de duas tentativas de homicídio e posse irregular de arma de fogo.
Anderson foi apenado a 16 anos de reclusão, em regime fechado ante crimes cometidos em maio de 2018 e o Conselho de Sentença da comarca considerou o réu culpado. A sessão de julgamento foi presidida pelo juiz César de Souza Lima, que comando a ação requerida e apresentada acusação pelo MPE-MS (Ministério Publico Estadual).
Conforme a acusação do MPE, para assegurar a impunidade de outro crime, o réu atirou contra um delegado e um policial civil, que não morreram por circunstâncias alheias à vontade do acusado, pois não foram atingidos. Narra ainda a denúncia que, em data anterior aos fatos, Anderson portava um revólver calibre 32, de numeração raspada e com capacidade para seis tiros.
O juiz César de Souza Lima pronunciou o acusado pela prática de duas tentativas de homicídio qualificado para assegurar a impunidade em outro delito e por serem vítimas delegado e policial civil, no exercício das funções, bem como o crime de posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida, nos termos do artigo 143 do Código de Processo Penal (CPP).

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