Dólar fecha em leve alta, sem anúncio de intervenção do BC pelo 3ª dia

dolar-rrO dólar fechou em alta em relação ao real nesta quarta-feira (27), com o Banco Central não anunciando intervenção no mercado cambial pelo terceiro dia seguido e com os investidores atentos à cena política no Brasil. Além disso, no exterior, o mercado é influenciado pela decisão do Federal Reserve, banco central norte-americano, de manter os juros nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana subiu 0,15%, cotada a R$ 3,5243 na venda. Acompanhe a cotação ao longo do dia:

Às 9h09, alta de 0,16%, a R$ 3,5249

Às 10h49, alta de 0,22%, a R$ 3,5268

Às 11h20, alta de 0,36%, a R$ 3,5317

Às 12h, alta de 0,65%, a R$ 3,5419

Às 13h06, alta de 0,55%, a R$ 3,5387

Às 13h41, alta de 0,62%, a R$ 3,5412

Às 14h49, alta de 0,44%, a R$ 3,5345

Às 15h30, alta de 0,15%, a R$ 3,5245

Às 16h30, alta de 0,11%, a R$ 3,5224

Pelo terceiro pregão consecutivo, o BC não anunciou ações no mercado cambial, pelo menos por enquanto. Desde a semana passada, o BC vem tirando o pé do acelerador, depois de atuar intensamente no mercado sobretudo por meio de leilões de swap cambial reverso, equivalentes a compra futura de dólares. Entenda como funciona a intervenção do BC no câmbio.

Os investidores continuavam atentos aos próximos passos do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado, que poderá afastá-la do cargo por 180 dias. Na véspera, o vice Michel Temer afirmou em entrevista ao jornal O Globo que, se assumisse no momento o lugar de Dilma, o ex-presidente do BC Henrique Meirelles seria seu ministro da Fazenda, agradando os mercados financeiros segundo a Reuters.

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve anunciou sua decisão sobre a política monetária, mantendo a taxa de juros do país de 0,25% a 0,5%. A expectativa geral era de que os juros fossem mantidos. No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (27) e deve manter, pela sexta vez seguida, os juros básicos da economia brasileira estáveis em 14,25% ao ano.

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