DOF prende três homens tentando levar caminhonete roubada para o Paraguai

Antônio Silva da Cunha, de 32 anos, Welhington Goes Ferreira, de 19, e Francisco Lourenço da Silva Junior,  de 21, foram presos em flagrante por policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira).

DOF apreende veículo durante barreira (Foto: Ilustração)
DOF apreende veículo durante barreira (Foto: Ilustração)

O caso aconteceu por volta de 17h20 de ontem (23) na MS-156, em Amambai, sul do Estado. O trio tentava levar uma caminhonete roubada em Brasília para o Paraguai.

De acordo com o registro da ocorrência, o DOF abordou um veículo Hyundai HB 20 conduzido por Francisco, tendo Welhington como passageiro.

Eles ficaram nervosos na abordagem e entraram em contradições quando questionados sobre o que iriam fazer na região de fronteira.

Em seguida, os policiais deram ordem de parada a Francisco, que estava dirigindo uma Toyota Hilux com placas de Sinop, Mato Grosso.

Os agentes notaram que Francisco ficou muito nervoso ao ser parado e, questionado, mudou várias vezes a versão sobre o destino da viagem e sobre quem era o dono da camionete.

Na vistoria, foi constatado que chassi, numeral de motor e placa estavam com indícios de adulteração e os documentos com sinais de falsificação.

Os militares solicitaram ao rádio operador do DOF para fazer contato com o proprietário, cujo nome estava no documento da camionete. O homem, que mora em Sinop, alegou que estava com o veículo dele na cidade. Com isso, os policiais desconfiaram de que a camionete poderia se tratar de um “dublê”.

Após várias tentativas de checagem, foi localizado um etiqueta que fica embaixo do banco do passageiro que contém o numeral do chassi do veículo.

Através disso, foi feito uma pesquisa que constatou que o veículo em questão possuía ocorrência de roubo/furto, ocorrido em Luziânia, Goiás, em abril deste ano. Os policiais constataram que o veículo tem placas originais de Brasília.

Antônio confessou que foi contratado para levar o veículo de Caarapó até Coronel Sapucaia e receberia R$ 1 mil pelo transporte, mas não informou quem o contratou.

Os jovens abordados no HB20 faziam o serviço de batedor, avisando Antônio através de mensagens de celular se havia barreira policial na rodovia, versão confirmada por Francisco.

Já Welhington nega qualquer participação no crime.

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