Djokovic e Del Potro fazem final de superação após se recuperarem de lesões

Gazeta Esportiva.com

Djokovic tenta o seu segundo Grand Slam do ano (Foto: Julian Finney/AFP)

Novak Djokovic chegou à sua oitava final de US Open para tentar o tricampeonato em Nova York. A decisão será contra Juan Martin Del Potro, no domingo (10). Antes, na semifinal, Djoko fez um jogo com atuação soberana em cima do japonês Kei Nishikori, em três sets diretos. Após o jogo em que não sofreu ameaças do adversário, o sérvio se mostrou feliz com o desempenho.

“Acredito que nos momentos importantes eu vim com alguns primeiros ou segundos serviços muito bons. Devolvi bem o tempo inteiro, colocando pressão constante sobre ele e tentando fazer com que ele se mexesse pela quadra. Precisava tirar o ritmo dele, porque ele é muito veloz e gosta de um ritmo frenético. Variei muito bem efeitos e velocidades, pouco a pouco fui entrando mais na quadra e o forcei a cometer erros. Joguei de forma muito inteligente”, declarou confiante.

O duelo na final contra Delpo coloca frente a frente os dois amigos pela 19ª vez. Djoko não esconde a adimiração e identificação que tem pelo argentino. “Pessoalmente, gosto muito dele, não apenas como tenista mas como pessoa. É um dos meus melhores amigos no circuito, alguém a quem respeito muito. Nós dois sofremos com contusões, isso o tirou do circuito por dois ou três anos. Ele gosta dos grandes jogos, já venceu um Grand Slam. Nos últimos 15 meses, está jogando o tênis de sua vida”.

Del Potro chega à segunda final da carreira (Foto: Julian Finney/AFP)

O sérvio tenta evitar que Del Potro conquiste o bicampeonato nos EUA, único Grand Slam conquistado pelo tenista. O argentino se mostrou surpreso por chegar na final, após superar Rafael Nadal.  “Não esperava estar em outra final de Grand Slam e ainda mais no meu torneio favorito, o US Open. Tenho minhas melhores memórias jogando nesta quadra em 2009. Mas então eu era uma criança”.

Delpo lembra das dificuldades que teve, principalmente por conta de lesão para voltar a jogar em alto nível. “Lutei contra muitos problemas em minha vida para chegar até neste ponto. Não sabia se poderia voltar a jogar tênis e surpreendi todo mundo, incluindo a mim mesmo. Acho que o pior momento da minha carreira veio em 2015, quando estive a ponto de desistir do tênis. Não acha uma forma de superar os problemas com o punho. Sofria muito”

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