Diretor da DGPC comenta sobre metas e planejamento de sua gestão

Delegado Geral da Policia Civil de MS, durante entrevista no programa Capital Meio Dia. (Foto: Paulo Francis)
Delegado Geral da Policia Civil de MS, durante entrevista no programa Capital Meio Dia. (Foto: Paulo Francis)

O diretor geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (DGPC), delegado Marcelo Vargas, que assumiu no último dia 11 o cargo, esteve na tarde desta segunda-feira (02), para comentar sobre as metas e planejamento de sua gestão.

Marcelo explica que ao assumir a DGPC enfrenta o desafio de fazer mais com o mesmo. Inicialmente foi resolvida a questão da gestão de combustíveis, na qual foi possível ampliar a cota de combustível das viaturas, foi feito um remanejamento de viaturas da administração para atividade operacional.

“Não assumimos com uma vara mágica para poder transformar a policia e dar os recursos necessários, mas vem estamos com o planejamento de tentar fazer a reestruturação da policia civil. Também estamos remanejando pessoal da atividade administrativa para atividade operacional, de forma a enxugar a administração e colocar mais policiais nas delegacias e nas ruas do Estado”, afirma.

O Diretor destaca que nesses pouco mais de 15 dias de gestão, foi desenvolvida uma serie de operações, inclusive uma em conjunto com a policia militar, com o propósito dos órgãos de segurança pública trabalhar em parceria para que consiga um resultado positivo.

“Na semana passada foi realizada no interior do estado a operação Cana Brava, onde foi cumprido diversos mandatos de prisão e prisões em flagrante. Ao todo foram presas 79 pessoas em 35 municípios do Estado, uma média bastante alta se significativa com apreensão de veículos roubados, de drogas, de forma que a operacionalização da policia civil vem sendo intensificada justamente para colhermos melhores resultados”, alega.

O delegado frisa que a DGPC está tendo um bom dialogo com o governo do estado, por meio da secretaria de segurança publica, e a conversa tem sido feita não só com a instituição, mas também com os servidores.

“Nessa negociação salarial houve algumas propostas significativas para os servidores de forma que as coisas estão avançando e nós temos as expectativa de que em um curto tempo nós possamos solucionar todos os problemas”, finaliza.

Paulo Francis

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