Detido com munições, empresário é liberado após pagar fiança de R$ 4,6 mil

Em nota encaminhada à imprensa, o Grupo Holsback nega qualquer envolvimento com envolvidos da 4ª Fase da Operação Lama Asfáltica, deflagrada em Campo Grande, nesta quinta-feira (11). As empresas HBR Medical Equipamentos Hospitalares Ltda. e H2L Equipamentos e Sistemas Ltda., tiveram pedido de busca e apreensão de documentos decretada pela Justiça.

O empresário Rodolfo Pinheiro Holsback, dono das empresas H2L e HBR Medical, alvos, foi liberado ainda na quinta-feira (11) após pagar fiança de cinco salários mínimos, R$ 4,6 mil. Ele foi preso por portar munições encontradas em seu apartamento durante cumprimento de mandado de busca e apreensão.

Em nota, explica que ‘tais munições foram adquiridas há muitos anos e esquecidas no armário. Este fato levou à prisão em flagrante do Diretor, por porte ilegal de munição. Paga a fiança, foi o Diretor imediatamente liberado. Sua ida à sede da Polícia Federal, portanto, não teve qualquer relação com a operação Lama Asfáltica ou com qualquer crime eventualmente cometido contra a administração pública’.

As empresas afirmam que o pedido de busca e apreensão foi deferida em razão do diretor das empresas Rodolfo Pinheiro Holsback que fez operação de compra e venda de gado com um dos envolvidos na investigação, Jodascil da Silva Lopes, o que, ‘na visão da Polícia Federal, poderia significar simulação para pagamento irregular’.

Em nota, o Grupo afirma que ‘Tal fato, aliado a saques em dinheiro que as duas empresas fizeram no curso dos anos de 2012 a 2014, levaram a suspeitas de possível envolvimento com o então servidor público, por força do que resolveu-se fazer a busca e apreensão’.

O Grupo afirma que as duas empresas declaram que não participaram de qualquer irregularidade envolvendo e referido servidor, nunca fizeram qualquer pagamento irregular para a realização de qualquer negócio, as licitações das quais participaram foram regulares e legais e não mantiveram qualquer negócio com o servidor tratando de licitações.

‘Da mesma forma, todos os contratos mantidos pelas duas empresas, com entes públicos de todas as esferas ou privados, sempre seguiram rigorosamente todas as normas legais, nunca tiveram qualquer benefício ilegal e primam pela excelência dos serviços prestados’, consta na nota.

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