Detentas se revoltam com apreensão de celulares em presídio

O trabalho conjunto entre agentes penitenciários e policiais militares possibilitou que um princípio de motim fosse rapidamente controlado no Estabelecimento Penal Feminino de Rio Brilhante, no final da tarde desta quarta-feira (17).

Em ação rápida, agentes penitenciários e policiais militares controlam princípio de motim no presídio feminino de Rio Brilhante Foto: Agepen
Em ação rápida, agentes penitenciários e policiais militares controlam princípio de motim no presídio feminino de Rio Brilhante Foto: Agepen

Algumas internas iniciaram a confusão logo após as agentes penitenciárias apreenderem dois aparelhos celulares e um carregador no local durante revista nas celas. Revoltadas com a ação, as detentas chegaram a atear fogo em um colchão.

Imediatamente, a diretora da unidade prisional acionou a Polícia Militar, que enviou uma guarnição para o local, para dar apoio à equipe de agentes penitenciárias de plantão. O juiz da comarca, Jorge Tadashi Kuramoto, também esteve na unidade, acompanhando a ação e conversando com as internas. Seis custodiadas, identificadas como líderes, foram removidas do presídio para uma cela da delegacia local.

A direção-geral da Agepen, com o apoio do diretor do Estabelecimento Penal de regime Semiaberto de Dourados, Rogélio Vasques Vieira, enviou para o local uma equipe de agentes penitenciários – composta pelos servidores Cristian, Bueno, Eliezer, Lauceri e Elaine – para reforçar os trabalhos. Um cachorro treinado foi usado na segurança.

O diretor-presidente da Agepen, Ailton Stropa Garcia, elogiou o trabalho da direção e agentes da unidade e a disposição dos servidores penitenciários de Dourados, “que se prontificaram a dar importante apoio aos colegas de Rio Brilhante”.

O dirigente agradeceu também o importante apoio da Polícia Militar, que atende prontamente às solicitações da Agepen.

Stropa destacou, ainda, a postura firme e comprometida do juiz Jorge Kuramoto, “que tem realizado um trabalho destacado e diferenciado na Vara de Execução Penal”.

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