Deputados do PSDB de MS dão sentença de ‘morte’ a governo do PT

rinaldo_modesto_foto_giuliano_lopes_al-460x307As reações e posicionamento sobre a atual situação política do Brasil, foi geral na manhã desta quinta-feira (17), durante sessão na AL-MS (Assembleia Legislativa de MS)  sobre o que a cada dia surge no cenário nacional. O debate se acirrou com o mais novo episodio do governo da presidente Dilma Rousseff, com a nomeação ontem, do ex-presidente  Lula para ministro e mais tarde com a revelação de grampo telefônico, que pegou a presidente da República em conversa com ex-presidente, considerada problemática e com irregularidades.

O Página Brazil já publicou posições antagônicas do deputado Pedro Kemp (PT) e Eduardo Rocha (PMDB), que ainda são de partidos da base governista. Já os oposicionista não pouparam duras criticas ao processo, falando em entrevista ou mesmo na Tribuna da Casa.

Para o líder do governo estadual, Rinaldo Modesto (PSDB), “Se este governo já estava esfarelado,  desacreditado, agora acabou ou está colocando a última pá de cal. Dilma tentou seu ultimo suspiro em uma cartada errada desde sua concepção trazendo Lula. Ela o fez primeiro ministro e institui por ‘mão de ferro’, por decreto o Parlamentarismo”, disse o parlamentar que faz parte do partido oposicionista ao governo. Ele aumenta sua avaliação ácida em vídeo da reportagem.

A deputada Mara Caseiro, agora no PSDB, se exaltou no discurso, após ler uma carta aberta da JPSDB (Juventude tucana). “Não é mais só um abuso ou absurdo, é um descalabro, um acinte, um afronta e fim de qualquer escrúpulos e decência do quadro político e administrativo de um governo. Não podemos ou já não suportamos mais isto. Precisamos da renúncia da presidente Dilma. Saia. Fora Dilma. Acabou este desgoverno. Acabou PT”, disse.

Os parlamentares Zé Teixeira (DEM) e Barbosinha (PSB), também de partidos da oposição ao Governo Federal teceram diversas criticas na Tribuna da Casa. Outros deputados também falaram sobre o assunto.

Mais sensato

O petista Amarildo Cruz foi dentre todos que falaram, foi também enfático, mas com mais parcimonia. Ele fez uma análise maior dos acontecimentos e acabou sendo o único a ser aplaudido pela plateia presente

“Estamos, ou parte do Brasil e do Judiciário, decretando a falência da Justiça e colocando em convulsão todo nosso siatema de nacao. Estao rasgando a Constituição e se passou a cultuar o ódio no Brasil”, disse.

Amarildo ainda falou de toda a ilegalidade que deve ser debatida e questionada dentro da racionalidade e não da paixão. “Temos que sair desta ilegalidade que estão montando a cada dia ou mesmo ja se praticando na esteira da legalidade rápida que mesmo que consertado após ja se causou grandes danos. Conclamo as pessoas de bem a salvar a República”,  finalizou.

Lúcio Borges

Comentários

comentários