Deco faz balanço de 2015 com desarticulações de organizações criminosas e 50 prisões efetuadas

Ana Cláudia Medina, Delegada da Deco. (Foto: Paulo Francis)
Ana Cláudia Medina, Delegada da Deco. (Foto: Paulo Francis)

A Delegada Ana Claudia Medina esteve na tarde desta quarta-feira(9), no estúdio da Página Brazil para fazer um balanço dos assuntos e ações relacionados a Deco (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado), na Capital, durante o ano de 2015.

De acordo com a delegada, a Deco teve um ano bastante agitado, vindo conseguir desarticular varias organizações criminosas em diversos delitos, chegando ao número de 50 prisões desde janeiro até o presente momento.

“Nós iniciamos o ano com a desarticulação de uma organização criminosa especializada em estelionatos, lesando aposentados do Estado, professores aposentados, através de empréstimos consignado fraudulentos. Depois disso nos tivemos a satisfação de esclarecer o maior furto de cargas do país, com uma operação empregada em cinco estados da federação sobre a coordenação da Deco, com a Operação Projeção, na qual conseguiu recuperar todos os projetores digitais. Outra operação foi a Pharmacos, com foco voltado a receptação de medicamentos roubados e que vinham sendo distribuídos no estado de Mato Grosso do Sul”, conta a delegada.

Medina destacou também sobre uma operação inédita e que ainda está em andamento que é a operação Ícaro, voltada a furtos e receptação de peças de aeronaves e serviços prestados por oficinas clandestinas, expondo aeronaves a risco.

A última operação recebeu o nome de Delarolli e foi desencadeada na última segunda-feira (7), onde prendeu 9 estelionatários que vinham fraudando financiamento de veículos em nome de pessoas pessoas que já haviam falecido.

“Foram investigações complexas, mas nós contamos com todo o respaldo legal, empregamos todas as medidas judiciais cabíveis, tanto é que desses 50 presos, sua grande maioria continua custodiada no sistema penal, tendo em vista uma investigação complexa mas muito bem materializada e instruída dentro do inquérito policial”, afirma.

Paulo Francis

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