Década: chega julgamento de fazendeiro que matou e colocou fogo no corpo em MS

Lúcio Borges

A Justiça “tirou da gaveta” e após mais de uma década, passados 12 anos, fará o julgamento de um fazendeiro que matou um homem e colocou fogo no corpo. O então réu Ercílio Priviatelli vai a júri popular nesta quinta-feira (7), pelo assassinato de José Cícero. A vitima além de ser morta, pode ter tido momentos de seu assassinato, o corpo queimado pelo acusado. O réu até já passou por um julgamento, foi condenado, mas com recurso se manteve em liberdade.

O júri popular está marcado para iniciar hoje e acontece, em Três Lagoas – a 338 quilômetros de Campo Grande, ante o crime cometido em assassinato no ano de 2007. José Cícero foi morto com um tiro na cabeça e teve o corpo incendiado junto do carro para simular um acidente estrada. Ele voltava para sua fazenda quando foi surpreendido pelo autor que o esperava na estrada.

Contudo, a tentativa de encobrir o crime não deu certo, já que depois da exumação do corpo e de análises feitas pela polícia descobriu-se que José havia sido assassinado com um tiro na cabeça. Então, a polícia chegou até o autor – Ercílio.

O fazendeiro chegou a ser condenado em 2016 pelo assassinato a 14 anos de prisão, mas recorreu e foi colocado em liberdade. O crime teria acontecido depois do fazendeiro desconfiar de um caso extraconjugal de sua esposa com a vítima.

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