Debate sobre reivindicações salariais de farmacêuticos e servidores domina sessão da ALMS

A cobrança de um posicionamento do governo do Estado sobre o estabelecimento de um piso salarial para os farmacêuticos do Estado dominou os debates durante a sessão da Assembleia Legislativa na manhã desta quarta-feira (5/5). Os profissionais reivindicam um piso de R$ 3.748,00 para 44 horas trabalhadas.

Deputado petistas João Grandão e Amarildo Cruz Foto Victor Chileno

Os deputados Dr.Paulo Siufi (PMDB), Cabo Almi (PT) e Antonieta Amorim (PMDB) defenderam uma resposta do Executivo em relação à reivindicação, que recebeu o apoio dos parlamentares, por meio de um requerimento assinado pelos integrantes da Casa.

Destacando que apoiou o requerimento, o líder do governo na Casa de Leis, deputado Prof.Rinaldo (PSDB), afirmou que “desde o princípio afirmei que o tema era polêmico, pela atual situação econômica enfrentada pelo Estado e por todo o País”. O parlamentar defendeu uma atenção especial do Executivo para a reivindicação, mas frisou a importância de que se reconheça a dificuldade do governo do Estado em tratar do tema de impor um piso para a iniciativa privada.

Para o deputado João Grandão (PT) alertou a importância de se obter um piso para categoria. Segundo o parlamentar, “na iminência da aprovação de uma Reforma Trabalhista no Congresso Nacional, a possibilidade de que a categoria conquiste um piso digno se torna cada vez mais distante”.

Outro

deputado do PT, Amarildo Cruz, levou o debate sobre reivindicações salariais para outra categoria de trabalhadores: a dos servidores públicos do Estado, que receberam do governo do Estado a proposta do Governo de reajuste de 2, 94%, a partir de outubro.

Lembrando que servidores do Legislativo e do Judiciário do Estado obtiveram reajustes, o parlamentar cobrou do governo do Estado uma política de planejamento que, mesmo em meio a crise enfrentada pelo Estado e pelo País, não deixe de contemplar uma categoria de servidores em detrimento de outras.

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