Dagoberto questiona legitimidade de “fichas sujas” elegerem novo presidente

Da Redação/JN

Deputado por Mato Grosso do Sul defende eleições diretas caso TSE casse mandato de Michel Temer (PMDB-SP)

A possível cassação da chapa eleitoral Dilma e Temer pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta terça-feira (6) pode permitir a eleição direta para presidente e vice-presidente da República. A possibilidade da população escolher os dirigentes do país por meio do voto direto pode ser confirmada caso os ministros do TSE considerem a cassação dos mandatos de acordo com o Código Eleitoral.

Deputado Dagoberto Nogueira (PDT-MS) (Foto: Divulgação )

Enquanto isso, a Câmara e o Senado analisam PEC (Propostas de Emenda Constitucional) que garantem essa consolidação democrática em um momento em que a legitimidade de dezenas de parlamentares é questionada em processos judiciais.

Na opinião do deputado Dagoberto Nogueira (PDT), a contaminação de muitos parlamentares os impede moralmente de eleger os novos dirigentes.

“As eleições diretas dependem da interpretação do TSE que deve se ater ao código eleitoral. Estamos falando de cassar a chapa das eleições de 2014 e não de uma vacância dos cargos. São tantas denúncias de corrupção que não há mais legitimidade suficiente para o Congresso querer eleger os novos dirigentes. As eleições diretas vão garantir as necessárias credibilidade e legitimidade para o próximo presidente e vice”, afirmou Dagoberto.

 

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