Contra aumento do Fundo Eleitoral, Rose destaca “o país não tem recursos para isso”

Nádia Nicolau

Para dar celeridade à destinação de bens apreendidos com traficantes, a deputada federal, Rose Modestro (PSDB/MS), em participação ao vivo, no programa Tribuna Livre, nesta segunda (23), explicou a finalidade da Emenda 007 à Medida Provisória (MP) 885/2019.

A ideia geral, segundo a parlamentar “é dar agilidade e tirar a responsabilidade do Estado”. Rose disse que há uma demora na Justiça para provar a propriedade de um objeto. Para ela, Mato Grosso do Sul tem a ganhar com essa Medida, por ser um estado fronteiriço.

Em relação à polêmica votação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha – popularmente conhecido como Fundo Eleitoral – Rose Modesto fez uma declaração objetiva. “Fui contra o aumento do Fundo porque o país, nesse momento, não tem viabilidade econômica para isso. Sou contra o ‘toma lá dá cá’. O jeitinho brasileiro tem que ser banido”,

Paralisação da Bioceânica

Na semana passada, o governador Reinaldo Azambuja e a bancada federal sul-mato-grossense solicitaram ao ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, agilidade nos estudos técnicos referentes a questões aduaneiras necessários para viabilizar a Rota Biocêanica, tanto rodoviária quanto ferroviária, que vai ligar Mato Grosso do Sul aos portos do Chile.

Conforme Rose Modesto, a falta de investimentos é prejudicial para o Estado e representa prejuízo, ainda segundo que disse a deputada, há uma audiência marcada com ministro para novas discussões.

Procurada por partidos

A deputada Rose Modesto tem recebido convites de partidos, mas a parlamentar tem se mostrado resistente. Ela destacou que se sente honrada, mas que não cogita sair do seu partido PSDB.

Ainda durante a entrevista, Modesto ressaltou que tem o sonho de ser prefeita de Campo Grande, mas na atual condição de deputada federal, tem muitos trabalhos e pretende dar atenção às questões partidárias e eleitorais só no ano que vem.

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