Consumo de gás natural triplica em Mato Grosso do Sul

Da Redação

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Em quatro anos, o número de consumidores do gás natural em Mato Grosso do Sul aumentou 142%, passando de 3.866 para 9.343, de julho de 2015 para julho deste ano. Já o consumo praticamente triplicou, passando de 6,2 milhões de m³ para 18,5 milhões de m³ do produto.

O tradicional pastel do Mercadão de Campo Grande, por exemplo, é feito com o uso do gás natural. Na Pastelaria do Milton são vendidos de 200 a 300 pastéis por dia.

“Eu recomendo para todo mundo. Foi ótimo quando passamos a usar gás natural. Só de não ter que trocar botijão já é uma vantagem. Tem essa comodidade. E o valor é menor. O gás é bom, não tem cheiro. Trabalhamos com alta pressão e não tem problema de congelamento que tinha com o GLP”, conta o gerente Jair Oshiro. “Eu recomendo para todo mundo. Até para comércio pequeno compensa”, acrescenta.

Na lanchonete Tokyo Dome, também no Mercadão, o uso de gás natural é sinônimo de tranquilidade. Proprietário do estabelecimento há 19 anos, Marcos Arakaki vende de 100 a 200 pastéis por dia. “Para mim melhorou. Não tem mais que se preocupar com botijão de gás e é mais economia. É muito bom”, diz.

á para o funcionário da pastelaria Parada Obrigatória Renan Kanashiro a vantagem do gás natural é a segurança. “É muito melhor com o gás natural. Nunca tivemos problema”, afirma.

A quantidade de estabelecimentos atendidos pela Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul (MSGÁS) saltou nos principais segmentos de consumidores: residencial (aumento de 140%), comercial (194%) e industrial (91%).

O uso do gás natural está até onde menos se espera. É usado para a geração de energia elétrica na Usina Termelétrica Luís Carlos Prestes, em Três Lagoas; e para a cogeração da energia de um shopping, em Campo Grande.

Agora, a expectativa da distribuidora é alcançar 10 mil consumidores já em setembro deste ano. A projeção para os próximos anos é ainda mais animadora para a empresa. De acordo com o assessor de Gestão de Riscos e Conformidades, Gustavo Alcântara de Carvalho, com a expansão das ligações, o número de consumidores deve chegar a 15 mil em 2022.

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