Candidatos do Podemos não veem problema em “divisão de palanque” com aliado em MS

Postulantes pelo Podemos nas eleições deste ano não veem problemas na ‘divisão de palanque’ com o PDT de Mato Grosso do Sul no que diz respeito à conjuntura nacional.

Antônio Neres (e), Otávio Figueiró e Humberto Figueiró – Crédito: Luiz Guilherme

Se por aqui os dois partidos se uniram para a disputa do governo com a candidatura do juiz aposentado Odilon de Oliveira, a nível nacional o primeiro lançou o senador Álvaro Dias à presidência, enquanto o segundo, Ciro Gomes.

Segundo o Dourados News, postulantes ao Senado, Câmara Federal e Assembleia, Humberto Figueiró, Antônio Neres e Otávio Figueiró, respectivamente, comentaram sobre o assunto.

No entender deles, apesar de ideologias partidárias distintas, a busca por mudanças une as duas siglas no Estado.

“Toda situação onde há transparência, questões paralelas não são problema. O Podemos é um partido de ‘centro’, enquanto o PDT é mais voltado para a esquerda, mas, com princípios valiosos”, relatou Humberto.

Para Neres, as diferenças devem ser respeitadas, ajudando na construção de um projeto benéfico. “Se respeitada as diferenças, os pontos antagônicos nos ajudam a construir, agregando valores à sociedade”, discursou.

Em sua primeira disputa eleitoral, Otávio Figueiró também cita a ‘busca por mudança’ como ponto principal da aliança entre as siglas. “Entramos na política em busca de mudança. Além dos partidos estão as pessoas e é isso que deve ser levado em consideração”.

Além do Podemos, o PRB também faz parte da chapa majoritária com o PDT em Mato Grosso do Sul, indicando o vice de Odilon, pastor Marcos Vitor e Pedro Chaves, que busca a reeleição no Senado.

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