Campo Grande está entre as 10 melhores cidades do país para abrir uma franquia, revela consultoria

Da Redação

A  capital sul-mato-grossense encontra-se na quinta posição (Foto: Divulgação)

Campo Grande está entre as dez melhores cidades brasileiras para abrir uma franquia, de acordo com um ranking divulgado pela Goakira Consultoria, que aponta as dez cidades mais promissoras para se ter um negócio. A  capital sul-mato-grossense encontra-se na quinta posição.

Veja o ranking:

  1. Rio de Janeiro (RJ)
  2. São Paulo (SP)
  3. Maceió (AL)
  4. Santo André (SP)
  5. Campo Grande (MS)
  6. Belo Horizonte (MG)
  7. Guarulhos (SP)
  8. Curitiba (PR)
  9. São Luís (MA)
  10. Campinas (SP)

De acordo com a consultoria, as cidades detêm 20% do potencial nacional de consumo.

O estudo “As 10 Melhores Cidades para Investir em Franquia no Brasil” usou informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e dados das empresas Economapas e Geofusion.

A consultoria cruzou os dados de alguns indicadores, como as taxas geométricas de crescimento anual da população e da renda medidas de 2010 a 2018 pelo IBGE e o poder de compra da população.

“Avaliamos que, para ser considerada boa para investimento em franquias, uma cidade precisaria ter as duas taxas geométricas [de crescimento anual de renda e de população] positivas, pois isso indica que há população crescente e renda média domiciliar crescente”, disse Deborah Machado, consultora sênior da Goakira Consultoria.

No ranking das 26 Capitais e Distrito Federal com relação ao saldo de emprego registrado, o levantamento do CAGED / Ministério do Trabalho do mês de julho apontou Campo Grande na 9ª posição, ficando à frente de capitais como Cuiabá (MT) na 10ª e Rio de Janeiro (RJ) 27ª.

“Os municípios que aparecem com essas variáveis positivas ou não foram impactados pela crise ou estão em crescimento econômico.” Segundo Deborah Machado, os municípios com taxas positivas foram listados de acordo com o poder de consumo. “Entraram no ranking cidades que têm população e renda em expansão e maior quantidade de dinheiro disponível nos domicílios para serem gastos de forma variada”, afirmou. De acordo com dados de 2018 da consultoria, o potencial de consumo total do Brasil girou em torno de R$ 4 trilhões.

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