Campanha para uso de cinto em ônibus é retomada

A Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos (Agepan) retoma hoje (1/03) uma ação da campanha “Abrace essa ideia. #useocinto”, com a distribuição de folhetos educativos aos passageiros. Aproveitando o feriado de Carnaval, a agência reguladora e a concessionária da BR-163 vão reforçar aos viajantes que estiverem embarcando nos terminais rodoviários de Campo Grande e Dourados a necessidade do uso do cinto de segurança.

“A maioria dos passageiros que viaja de ônibus pelas estradas de Mato Grosso do Sul e do Brasil não costuma adotar essa medida simples que pode fazer grande diferença em caso de acidente. Assim como acontece nas viagens de carro particular, esse é um cuidado que precisa se tornar hábito nas viagens de transporte coletivo, seja em ônibus, micro-ônibus ou vans”, afirma o diretor de Transportes da Agepan, Ayrton Rodrigues.

As orientações reforçam o lema de uma Campanha que começou em 2016 e teve importantes ações desde então, sempre destacando a diferença que o uso do cinto representa para a segurança durante a viagem. Folhetos informativos serão entregues aos viajantes no saguão e no interior dos veículos, e as equipes irão reforçar verbalmente o alerta.

Segurança

Cartazes serão fixados nos guichês e também distribuídos para colocação em ônibus, não apenas os que fazem o trajeto pela BR-163, mas em terminais de outras regiões. No material informativo constam dados que comprovam a eficácia do uso do cinto em veículos coletivos.

Ao embarcar, cada passageiro deve conferir se o cinto de segurança de sua poltrona está colocado sobre o assento, disponível para uso. Essa é uma obrigação da empresa transportadora: manter o cinto em perfeitas condições e deixa-lo visível, como um lembrete ao usuário.

Em distâncias curtas ou longas, esse equipamento de proteção é tão essencial nos veículos de transporte público quanto é nos carros particulares.

O cinto mantém o passageiro seguro em sua poltrona. Em caso de parada brusca, colisão, desvio repentino, ou em ocorrências mais graves, o fato de estar com o cinto afivelado pode fazer a diferença entre sair ileso, sofrer ferimento de menor ou de maior gravidade ou perder a vida.

Sem o cinto de segurança, o passageiro pode ser arremessado até para fora do ônibus. E mais: com o veículo em movimento, uma pessoa de 70 quilos, por exemplo, tem o corpo projetado para frente com o equivalente a um peso de 350 quilos.

Além do risco de se machucar gravemente, o passageiro sem cinto pode causar ferimento em outros passageiros em uma ocorrência de acidente.

Mais que uma recomendação, o uso do cinto é uma obrigação que precisa ser adotada como hábito pelos passageiros.

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