Câmara está em pé e não se intimidará, diz Rocha sobre 13 vereadores denunciados

Presidente da Câmara João Rocha em pronunciamento oficial a imprensa (Fotos: Lúcio Borges)
Presidente da Câmara João Rocha em pronunciamento oficial a imprensa (Fotos: Lúcio Borges)

“A Câmara de Vereadores de Campo Grande está de cabeça erguida e não se intimidará, continuando seu trabalho normal”, afirmou o presidente da Casa de Lei, João Rocha (PSDB), ao falar oficialmente na manhã desta quinta-feira (02) sobre os resultado final da operação Coffee Break, que denunciou 13 parlamentares. O próprio titular do Legislativo, que durante investigações não era mencionado diretamente, acabou sendo incluído e denunciado no pedido da PGJ (Procuradoria Geral de Justiça) do MPE, para indiciar 24 pessoas, entre empresários e os vereadores, sob a acusação de possível armação e conluio para cassar o mandato do prefeito Alcides Bernal, em março de 2014. Os vereadores denunciados na terça-feira (31), hoje, na primeira sessão da Casa, partiram para o ataque em suas ‘defesas pessoal’, como o Página Brazil publicou mais cedo.

“A Câmara está em pé e de cabeça erguida, continuaremos nosso dever e trabalho normal, como já o fizemos ontem em Anhandui e hoje na sessão da mesma maneira de sempre. Sou legalista e regimentalista fazendo seguir todo o processo da Casa e o que será encaminhado. E não vai ter mudança de hábito ou que agir, até porque temos que ainda ser comunicados para sabermos o real conteúdo da denuncia, que ainda também tem que ser aceita pelo Tribunal de Justiça. Sendo aceita, vamos continuar sem abatimentos e que cada um vai responder a seu modo e mostrar que o fizemos está dentro da Lei, sem interferências, que sendo assim, faríamos tudo de novo”, avaliou Rocha ao falar com jornalista após sair da sessão.

Rocha, mencionou ainda em entrevista a imprensa, que ratifica sua surpresa, mas que ele e todos farão suas defesas de forma natural e sem dificuldades. E quanto a sua chefia do Poder Legislativo, fala com certeza que a Casa está e continuará trabalhando de cabeça erguida, cumprindo com suas obrigações. Ele ratifica que tem certeza, que mesmo na época, não sendo o presidente da Casa, mas como parte da mesma, que tudo foi feito de forma legal e dentro de muito trabalho realizado.

“É assim a Democracia e somos parte dela, ainda mais em nossa posição. Somos agentes público, temos que responder a qualquer questionamento e devemos dar sempre explicações a sociedade, como dever nosso e direito da população e de quem nos elegeu apra estar aqui. Apontamos é que deve haver Justiça a todos. Somos todos cidadãos, mas não acima da Lei e não temos que ter privilégios e vamos responder cada qual de sua maneira. Mas creio que todos de maneira tranquila, pois todos faríamos tudo da mesma forma e acredito que agora, seriamos acompanhados pela maioria que votou não na época”, disse o chefe da Câmara.

Muito trabalho realizado

Rocha lembrou ainda que a cassação de Bernal, não foi uma simples ação da noite para o dia. Ele foi enfático que todos devem se lembrar e ou avaliar que o ato oi o final ou resultado de tudo que foi apurado durante trabalhos realizados e levantados na investigações.

“Nós fizemos nosso trabalho. Não podemos perder perder de vista e avaliação que foi montada uma CPI do Calote, com ampla divulgação e que todos tiveram acesso. Muita apuração que resultou em nova Comissão, a Processante, que levou mais trabalho concretizado para amparar o voto de cada um. Cada um proferiu seu voto e não tenho duvida que todos o fizeram de forma consciente. E tanto é, que faríamos creio que todos, no mesmo voto, que seria acrescido hoje, por mais aqueles que não votaram a favor”, mencionou o presidente.

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