Brasil perde de bicampeã olímpica em jogo duro e cai de pé no handebol

A seleção masculina encarou missão quase impossível nesta quinta-feira (17), pelas quartas de final do handebol da Rio-2016. Tentando surpreender a França, o Brasil jogou bem demais e exigiu o melhor dos bicampeões olímpicos, mas acabou derrotado por 34 a 27.

imagem: AP Photo/Matthias Schrader
imagem: AP Photo/Matthias Schrader

O time se despede dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de cabeça erguida, jogando de igual para igual com uma das favoritas ao ouro. A presença nas quartas é o melhor resultado do Brasil no handebol masculino olímpico. A França pega Alemanha ou Catar na próxima fase, às 20h30 de sexta-feira (19).

Ótimo primeiro tempo do Brasil

O começo de partida da seleção foi muito bom. A superioridade técnica dos franceses foi igualada pelo Brasil na velocidade dos contra-ataques e no capricho no passe, o que fez a bola chegar no pivô algumas vezes. A atuação foi tão consistente que obrigou a França a usar sua formação titular inteira em quadra, o que não havia acontecido na fase classificatória.

No um contra um os europeus levavam sempre a melhor, mostrando toda a técnica que lhes rendeu o ouro em Pequim-2008 e Londres-2012. Mas o Brasil se manteve no jogo, teve defesa agressiva e excelente movimentação para abrir espaço no ataque. Tchê fechou o primeiro tempo com seis gols, e Thiagus participou de oito (marcou quatro e deu quatro assistências). Não foi à toa que o jogo chegou ao intervalo empatado em 16 a 16.

Vantagem francesa cresce

O começo de partida da seleção foi muito bom. A superioridade técnica dos franceses foi igualada pelo Brasil na velocidade dos contra-ataques e no capricho no passe, o que fez a bola chegar no pivô algumas vezes. A atuação foi tão consistente que obrigou a França a usar sua formação titular inteira em quadra, o que não havia acontecido na fase classificatória.

No um contra um os europeus levavam sempre a melhor, mostrando toda a técnica que lhes rendeu o ouro em Pequim-2008 e Londres-2012. Mas o Brasil se manteve no jogo, teve defesa agressiva e excelente movimentação para abrir espaço no ataque. Tchê fechou o primeiro tempo com seis gols, e Thiagus participou de oito (marcou quatro e deu quatro assistências). Não foi à toa que o jogo chegou ao intervalo empatado em 16 a 16.

Vantagem francesa cresce

O Brasil voltou um pouco ansioso para o segundo tempo, o que permitiu que a França conseguisse pela primeira vez controlar a partida. Errando ataques que não havia desperdiçado no primeiro tempo, a seleção viu os europeus deslancharem no placar.

O passe não chegou ao pivô Tchê com a mesma eficiência e até Thiagus se precipitou nos arremessos longos. O ritmo da bicampeã olímpica, por outro lado, foi mantido. A vantagem se consolidou entre quatro e cinco gols e até cresceu a partir daí, complicando demais a partida para o Brasil e encerrando o sonho de chegar às semifinais.

Torcida francesa se faz presente

Prestigiando uma das favoritas ao ouro, os torcedores franceses fizeram festa na Arena do Futuro. Os brasileiros, claro, foram maioria, cantando o tradicional “Brasileiro com muito orgulho e com muito amor”, além do inflamante “Uh, pula aê, deixa o caldeirão ferver!”. Sem se intimidar, a pequena torcida francesa passou o jogo inteiro incentivando o time com o grito de “Allez, les bleus”.

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