Bosque da Fama eterniza mais sete atletas com Arthur Zanetti da ‘nova geração’

Lúcio Borges com Gazeta Esportiva.com

Ginasta Arthur Zaneti no plantio de muda de árvore

Na manhã desta quarta-feira (12), no anexo do Parque Ibirapuera, em São Paulo, sete atletas foram homenageados no evento Bosque da Fama, promovido pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (SEME), em parceria com a Panathlon Club. Em sua décima edição, a cerimônia com o plantio de uma árvore cada, premiou/corou sete atletas, entre os mais conhecidos ou mais ‘novos’, estão Lars Grael, do Iatismo/Vela; Mauro Silva, do futebol, e, Arthur Zanetti, da ginastica olímpica, sendo o mais jovem indicado nesta turma ou mesmo membro da nova geração de atletas do Brasil.

Neste ano, além deles, também fizeram parte desta “calçada da fama ecológica” e estavam presentes a ex-tenista número 1 do ranking brasileiro, Patricia Medrado, e, Washington Joseph, o Dódi, campeão Mundial com o Esporte Clube Sírio em 1979. Fernando Aloysio Telles Ribeiro, dos saltos ornamentais, recebeu o tributo póstumo por meio de sua família. Bem como, a Adrianinha, que não pôde estar presente, também foi homenageada no evento que visa manter viva a memória esportiva homenageando, através do plantio de árvores, atletas que tenham atingido grande feito no esporte.

O local, já conta com outros grandes esportistas, que foram homenageados, como o piloto Ayrton Senna, a tenista Maria Esther Bueno, e, a pivô do Basquete, Hortência. Após as devidas solenidades, com discursos de representantes do Panathlon, do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e da secretaria municipal de esportes de São Paulo, os atletas foram para a área de plantio de árvores.

Lars Grael, campeão mundial, pentacampeão sul-americano e decacampeão brasileiro no iatismo, plantou uma muda de Pau Brasil, enquanto Patrícia ficou representada no solo por um Ypê amarelo e Mauro Silva, o ex-volante campeão do mundo em 1994, por uma Araucária.

O Iatista Lars Schmidt Grael, durante cerimônia no “Bosque da Fama”, no Centro Olímpico do Ibirapuera, na Zona Sul da capital paulista.  (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Dódi plantou e regou uma Ataticun e Adrianinha foi agraciada por uma muda de Abiu. Além deles, Fernando Aloysio Telles Ribeiro (in memorian) apadrinhou uma árvore já existente no local, ao lado do espaço que homenageia Henrique Nicolini, jornalista e ex-presidente da Panathlon, falecido em agosto de 2017.

Natureza, esporte e memória 

Junto de cada árvore, há uma placa indicativa do nome do atleta e seus feitos para o esporte brasileiro. O evento é promovido há dez anos com o intuito de manter viva a memória esportiva do país, com o plantio de árvores numa área reservada no Parque das Bicicletas, em Moema. Grandes atletas já foram laureados no Bosque da Fama, chegando, em 2018, a 70 nomes.

“Uma homenagem sempre é bem-vinda. A gente fica muito feliz e, além disso, a gente passa e vê alguns grandes nomes e que marcaram seu esporte, então eu fico muito feliz por estar fazendo parte desse momento e também fazendo o bem para a natureza”, disse o campeão mundial e olímpico de ginástica artística, Arthur Zanetti. Ele foi o primeiro dos presentes a plantar sua árvore, uma muda de Jatobá.

Geral da cerimônia no “Bosque da Fama”, no Centro Olímpico do Ibirapuera, na Zona Sul da capital paulista. A meta do evento é manter viva a memória esportiva homenageando, através do plantio de árvores, atletas que tenham atingido grande feito no esporte. 12/012/2018, Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

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