Avô tentando “cuidar” do neto é agredido por genro, porque pediu que não levasse bebê para festa

Lúcio Borges

Um homem ainda novo, 49 anos, mas já avó, foi bem agredido pelo jovem marido da filha, somente porque, tentando “cuidar” do neto, pediu ao casal que não levasse para uma festa popular, o filho, seu netinho, um bebê de apenas m ano. O primeiro fato ocorreu há uma semana, em Corumbá, e voltou a se repetir na manhã deste sábado (27), onde o corumbaense procurou a polícia para denunciar as agressões por parte de genro, de 21 anos. O casal ainda, a pouco tempo, mora na casa da vitima, que queria preservar a criança, o neto, e não impedir que ambos fossem se divertir.

O agredido foi hoje, à polícia, devido até uma segunda agressão, onde contou que a confusão começou depois de o autor ter se irritado com o sogro, que pediu para que o neto de um ano, não fosse levado para uma festa por causa do horário avançado e barulho do local. Na noite do último sábado, dia 20, o casal se preparava para ir até uma festa no porto geral da cidade, e por estarem morando com o homem avó, há três meses, foi visto o que iria ocorrer, quando foi feita a observação-pedido, que “absurdamente” causou irritação  no jovem.

As informações são do Boletim de Ocorrência, que detalha que “por causa do horário avançado, o sogro pediu para que o genro não levasse a criança de 1 ano, momento em que o autor se exaltou, o acertou com uma pedra e fugiu”.

Contudo, o jovem até foi embora da casa do sogro, mas depois de sair da casa da vítima para ir morar com a mãe, o jovem mandava recados ameaçando o pai da esposa. E na manhã deste sábado (27), o rapaz teria voltado a casa do sogro e o agredido com um tapa.

Registro na polícia

O jovem hoje, teria agredido pela terceira vez, entre a pedrada na última sexta-feira, as ameaças e o tapa nesta manhã. Mas, segundo consta fugiu em seguida e até momento não retornou para casa conhecida.

Contudo, a vitima hoje foi a delegacia o denunciar e registrar os ocorridos. O caso foi registrado como lesão corporal dolosa na 1ª Delegacia de Polícia Civil do município.

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