Após dezembro estável, inflação volta a subir em Campo Grande

Campo Grande registrou em janeiro de 2019 uma inflação de 0,20%, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O índice da capital sul-mato-grossense está abaixo do percentual nacional, que foi de 0,32%. Entre as capitais que registraram aumento de preços, o de Campo Grande foi o sexto menor, ficando atrás somente de Curitiba (0,02%), Brasília (0,05%), Porto Alegre (0,08%), São Luís (0,09%) e Fortaleza (0,16%).

Conforme o IBGE, em janeiro duas capitais contabilizaram deflação, ou seja, redução de preços: Goiânia (-0,17%) e Rio Branco (-0,09%).

No acumulado de 12 meses, a inflação em Campo Grande chegou aos 3,08%, o quinto menor percentual do país. Índices mais baixos foram registrados por Fortaleza (2,71%), São Luís (2,74%), Goiânia (2,91%) e Aracaju (2,94%).

Grupos de produtos
Em janeiro, dos nove grupos de produtos que os técnicos do IBGE acompanham a variação de preços para calcular o IPCA, cinco registram altas de preços em Campo Grande e quatro retrações.

A alta mais expressiva foi do grupo “Habitação”, 1,46%. Segundo o instituto, foi alavancada pelo reajuste no mês na tarifa de água e esgoto em Campo Grande neste mês que resultou em uma variação de 3,41%.

A segunda maior variação entre os segmentos de produtos e serviços foi dos “Artigos de Residência”, com 0,64%. Neste grupo, o maior incremento nos preços foi do ar-condicionado, com reajuste de 3,47%.

Em terceiro aparece o grupo “Alimentação e bebidas”, com aumento de 0,48%. Neste segmento as elevações mais expressivas foram do: repolho, com 29,80%; feijão carioca, com 22,90% e abacaxi, com 19,43%.

Completam os grupos que acumularam aumentos o de “Saúde e Cuidados Pessoais”, com 0,07% e “Despesas Pessoais”, com 0,41%.

Em contrapartida, registraram diminuição de preços em Campo Grande no mês passado os grupos “Comunicação”, com -0,08%; “Educação”, com -0,23; “Transportes”, com -0,51% e “Vestuário”, com -1,99%.

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