Após anos, enteada consegue denunciar padrasto por estupro

Lúcio Borges

As pessoas de bem pensam que, quando sai um caso absurdo de violência contra a mulher e o pior, contra crianças, é que foi o fundo do poço e espera que “fosse o último”. Mas, Mato Grosso do Sul que tem altos índices, continua a registrar fatos criminosos como o denunciado na sexta-feira (19), por uma adolescente de 17 anos, na pequena cidade de Anaurilândia – a 366 quilômetros de Campo Grande. A garota, após anos, finalmente conseguiu denunciar o padrasto por violência sexual, o estupro de vulnerável, que é cometido com menores de 14 anos idade. Apesar dela hoje tem mais idade, o crime ocorreu enquanto ela era até criança.

Conforme a denuncia da menina, o caso vem de longe com o padrasto de 57 anos, a estuprando por oito anos. Ela mencionou que os abusos começaram quando ela tinha nove anos, no município ao Sul do Estado. O caso, então veio à tona neste fim de semana e que chegou a imprensa de todo Estado.

O homem, que é aposentado, trabalhava como motorista de ônibus escolar em uma empresa terceirizada que presta serviços ao município. Ele foi preso na última quinta-feira (18). Mas, na delegacia, ele negou que tenha estuprado a enteada.

O delegado que cuida do caso, Robson Ferraz Gonçalves, disse que mesmo negando há indícios de que ele tenha cometido o crime. “A mãe da menina alegou que não sabia o que acontecia, e descobrimos que ela também era uma vítima do autor com base em longo histórico de violência física e psicológica”, disse.

Processo segue

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