Alimentos puxam a alta da inflação em Campo Grande

No mês de outubro o tomate foi o produto que registrou a maior alta de preços em Campo Grande, 76,57%, segundo apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O produto e outros alimentos alavancaram a inflação na cidade no mês passado, que atingiu os 0,71%, a segunda maior entre 16 capitais em que a entidade federal apura o percentual.

Dados do IPCA do IBGE foram divulgados nesta quarta-feira (7).

A inflação em Campo Grande, conforme o IBGE, foi superada apenas pelo índice de Porto Alegre (RS), que chegou aos 0,72%. Também ficou bem acima do percentual do Brasil, que foi de 0,45%. No acumulado do ano, o índice na capital sul-mato-grossense atingiu os 3,23% e dos últimos 12 meses, 3,90%.

Impulsionado pelo tomate e outros produtos, o grupo de alimentos e bebidas foi o que registrou a maior alta entre os nove segmentos em que o instituto apura a variação de preços para calcular o IPCA. A alta registrada foi de 1,51%.

Além do tomate, também contabilizaram altas expressivas no mês os tubérculos, raízes e legumes, com 38,75%; a maça, com 26,02% e batata-inglesa, com 11,21%.

Dos outros segmentos seis registram aumentos de preços em outubro em Campo Grande: transportes, com 1,18%; artigos de residência, com 0,92%; saúde e cuidados pessoais, com 0,37%; despesas pessoais, também com 0,37%; habitação, com 0,02% e educação, com 0,03%.

Em contrapartida, dois setores contabilizaram retração de preços: vestuário, com 0,10% e comunicação, com 0,01%.

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