AFAMS desenvolve campanha relacionada a fala e linguagem, com o tema “Seu filho fala bem?”

Foto Divulgação
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A AFAMS, Associação dos Fonoaudiólogos de MS, tem realizado diversas campanhas para divulgação do trabalho fonoaudiológico. Neste mês de junho, a área abordada é a Fala e a Linguagem, com o tema “Seu filho fala bem?”

Conforme explicou a presidente da AFAMS, Stella Bacha, na tarde desta terça-feira(28), durante entrevista ao programa Capital Meio Dia, da rádio FM Capital 95, e portal de notícias Página Brazil, a campanha tem o objetivo de chamar a atenção e orientar a população, principalmente os pais, a observarem se a criança esta falando desde pequeno sem nenhum problema.

” O bebê balbucia, por volta de 1 ano começa a falar as primeiras palavras, com 2 anos as primeiras frases, por volta de 3 anos já fala a maioria dos sons da língua portuguesa e com 4,5 anos é esperado que a fala esteja totalmente certa. Muitas pessoas esperam a criança chegar até os 4 anos para então buscar a ajuda de um profissional, mas o correto é buscar ajuda desde pequeno para que a criança tenha o acompanhamento correto”, afirma.

Stella destaca que há alguns sinais de que pode haver algo prejudicando a fala da criança, mas somente profissionais conseguem identificar através de um diagnostico especializado.

“Ao nascimento existem atualmente duas triagens que são feitas na primeira semana de vida que auxilia nesta área, como o teste da orelhinha que identifica se há ou não um problema auditivo, e o teste da linguinha que vê se há alguma alteração no principal órgão da fala. No decorrer do tempo é muito interessante que os pais fiquem atentos a comunicação do bebe ou criança, se olha , se chama para mostrar algo, alem do que as brincadeiras com brinquedos variados é o que auxilia para o desenvolvimento da fala”, frisa.

A presidente enfatiza que esta campanha está sendo divulgada principalmente através de matérias nas mídias de toda a Capital e do estado de Mato Grosso do Sul, entretanto no site da AFAMS toda a população tem acesso a textos de orientação e prevenção. Há também a possibilidade de enviar um e-mail com perguntas e duvidas aos profissionais da áreas para que sejam esclarecidas.

Paulo Francis

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