Vídeo: Grávida deficiente visual consegue ‘ver’ seu bebê

Campanha mostra como tecnologia de impressão em 3D aumenta vínculo entre mãe e filho

Estados Unidos – A tecnologia é recente e tem ajudado diversos pacientes que se submetem a transplantes a conseguirem um órgão ‘sob medida’. A novidade é que impressoras 3D podem ajudar também no vínculo entre grávida e bebê. É o que mostra uma campanha da agência Mood para a Huggies, que mobilizou os internautas.

O modelo do bebê Murilo, filho de Tatiana, foi feito com gesso, baseado na imagem da ultrassonografia Foto:  Reprodução Vídeo
O modelo do bebê Murilo, filho de Tatiana, foi feito com gesso, baseado na imagem da ultrassonografia
Foto: Reprodução Vídeo

Nos vídeos, gestantes deficientes visuais são surpreendidas ao receberem modelo, em gesso, do bebê que estão esperando. Uma das gestantes da campanha, Tatiana Guerra, 31 anos, está esperando o segundo filho, Murilo. Ela conta que, ao tocar o boneco, sentiu a mesma emoção do primeiro parto, há sete anos.

Foi emocionante. Por ser deficiente visual, não conseguia ver o bebê nas ultrassonografias. Sempre ficava perguntando ao médico como ele era”, relata. Para a psicóloga Andreia Calçada, a tecnologia ajuda no aumento do vínculo entre mãe e filho. “É muito interessante a mãe deficiente visual poder ter essa antecipação de como é o filho. Isso estreita os laços”.

De acordo com o diretor geral da 3D Systems Latin America, Luiz Fernando Dompieri, os ‘bebês’ foram feitos com um material à base de gesso, com a imagem da ultrassonografia em 3D. O material levou quatro horas para ficar pronto.

A técnica de impressão em 3D já é usada em procedimentos de saúde em todo mundo. Em 2011, holandesa de 83 anos recebeu um transplante de mandíbula e, dois anos depois, um americano teve 75% do crânio substituídos por uma prótese feita de termoplástico. Este ano, foi a vez de uma criança chinesa ganhar uma nova orelha.

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