Vereadores da base derrotam oposição e votação de Processante será item a item

Com 17 votos à favor e 11 contra, os vereadores decidiram julgar de forma fracionada os requerimentos de abertura de comissão processante por improbidade administrativa, o prefeito Gilmar Olarte (PP).

Manifestantes
Sessão Plenária foi bastante tensa nesta quinta-feira Foto Silvio Ferreira

Assim, os vereadores passam a defender, um a um, item por item, as justificativas pessoais para seus posicionamentos, sobre as acusações de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e quebra de decoro que recaem sobre o prefeito.

A princípio, a comissão deve ser criada só para julgá-lo pela denúncia do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).
Com a decisão, os vereadores vão realizar seis votações sobre a instalação da Comissão Processante:

– o não cumprimento da lei municipal que prevê o pagamento do piso nacional para jornada de 20 horas aos professores;

– o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, que prevê um percentual mínimo de gasto com pessoal;

– a denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro contra o prefeito, que foi feita pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e aceita pela Seção Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul;

– a viagem feita pelo prefeito no jatinho do empresário João Amorim, dono da Proteco, para Brasília;

– o excesso de cargos comissionados criados na atual gestão

– o não cumprimento da Lei da Ficha Limpa na nomeação de comissionados.

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