Vereadores aprovam incremento de R$ 5,3 milhões para tapa buracos na Capital

Os vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande aproveitaram a sessão ordinária desta quarta-feira (15), a penúltima antes do recesso parlamentar, para limpar a pauta de votações, aprovando 41 Projetos, quatro Ofícios e dois Vetos (um rejeitado e um mantido).

Apenas dois vereadores foram contrários a mudanças contábeis na Seintrha - Foto: Izaías Medeiros/CMCG/Arquivo
Apenas dois vereadores foram contrários a mudanças contábeis na Seintrha – Foto: Izaías Medeiros/CMCG/Arquivo

Em Plenário, os parlamentares aprovaram todas as proposições do Executivo em tramitação na Casa de Leis, além de aprovarem também todos os Projetos de autoria dos vereadores, que já estavam aptos para votação e com parecer das comissões pertinentes.

Aprovaram também projeto que permite mudança contábil que garante repasse extra de R$ 5,3 milhões para operações de tapa buraco e manutenção de vias urbanas de Campo Grande. A alteração decorre de suplementação de R$ 57,3 milhões, que prevê ainda repasse a instituições sociais, iluminação pública e desapropriações.

A Vereadora Luiza Ribeiro (PPS) relembrou, durante votação, ser estranho aumentar recurso de tapa buraco no momento em que as empresas que executam o serviço são alvo de investigação de desvio em contratos de licitação com o governo do Estado. Ainda assim foi voto vencido, junto com José Chadid (sem partido), ante 17 votos favoráveis.

A proposta exigiu análise expressa por parte das comissões da Câmara Municipal, uma vez que foi protocolada hoje e apresentada aos legisladores durante intervalo na sessão para definir a pauta de votação.

Com a aprovação, a Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seintrha) teve o maior número de alterações em sua planilha de despesas. Ao todo, foram R$ 55,235 milhões destinados a atender despesas de coleta e destinação de resíduos sólidos, manutenção de iluminação, despesas com desapropriações, serviços gráficos, fornecimento de refeições e locação de máquinas.

Há ainda R$ 1,313 milhão ajustados no Fundo Municipal de Saúde (FMS) e R$ 921 mil no Fundo Municipal de Assistência Social (FMAS).

O Projeto mais importante do primeiro semestre deste ano, a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para 2016, também já havia sido aprovada em dois turnos de discussão e aguarda sanção do prefeito.

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