Vereador Alex do PT afirma ser candidato a prefeito com chances de ganhar

A disputa pela prefeitura de Campo Grande nas eleições 2016, tem confirmada mais uma candidatura ou a pretensa vontade do vereador Alex do PT, em ser o candidato do seu partido para disputar o pleito e conforme convicção, em ganhar e governar bem o município. O petista ratificou nesta terça-feira (12), que é pré-candidato a prefeito e seguirá até o fim lutando dentro da legenda para ser ungido o nome a disputar o cargo. Ele apontou que sua decisão é irreversível, tendo somente que buscar o entendimento com o deputado estadual cabo Almi, que é o único ainda, que também colocou seu nome a disposição.

Alex foi incisivo ao diz que só não sai candidato, se o partido decidir em contrário, apresentando outro nome de peso social e eleitoral. O parlamentar menciona a vontade e chance de chegar ao Paço Municipal, mesmo diante toda a crise política que afeta a todos. O vereador afirma que está determinado e que tem todas as condições para concorrer e dar chance a legenda a ir ao Paço Municipal, mesmo com a situação por que passa o partido com a atual crise nacional, que envolve diretamente o PT.

“Estou convencido e vou até fim. É decisão irreversível, estou conversando e mostrando que tenho condição de representar o partido, disputar, ganhar e governar muito bem. Tenho condições pessoal, política e história para pleitear desta vez o Executivo”, disse Alex, que se entrar na disputa pelo PT, terá a concorrência da vice-governadora Rose Modesto, pelo PSDB; do empresário Sergio Longen, pelo PR; do deputado Marquinhos Trad, no PSD; do ex-prefeito Nelsinho Trad, PTB; dentre outros já anunciados, mas ainda a serem confirmados. Como também do atual prefeito Alcides Bernal (PP), que já confirmou ir a reeleição.

O petista ratifica sua posição detalhando quais condições lhe credencia a ser o nome do PT para buscar a eleição. “Tenho já quatro mandatos na Câmara e já fiz minha parte como vereador. Sou o nome local com maior inserção na cidade e tempo de trabalho. Tenho maturidade pessoal, currículo político e de história. Tudo com contribuição a Executivos, no Estado (época do governo de Zeca do PT- 1998 a 2006), na Capital, mesmo sendo oposição no passado ou no um ano do Bernal, e, até em gestões de companheiros no interior. Agora estou convencido e não abro mão de ir para a Prefeitura da Capital e resgatar a grandiosidade de nosso município”, apontou.

O que Campo Grande precisa?

O parlamentar com pretensão ao Executivo aponta que ele, como o partido, tem experiência e inserção no ‘interior’ da cidade para saber e querer fazer uma administração para atender as questões de todo o município, e acima de tudo, para resolver os problemas.

“Campo Grande quer solução de infra-estrutura, quer dialogo entre todos, de autoridades e responsáveis de instituições públicas e social, ao povo por onde quer que esteja. Temos que resgatar nossa cidade, uma Capital, que tem que ser tratada como tal e que volte a seu status pujante e de desenvolvimento que era feito por todos, população, empresas, instituições e administradores. Mas que foi quebrada com esta atual situação de crise permanente instituída”, apontou Alex.

Disputa será dura para todos

Alex ratifica que é pré-candidato e vai buscar a unidade e não um consenso partidário para seu pleito, que seja teórico. Ele acredita que a eleição não será fácil para o PT, mas também para os demais candidatos dos outros partidos. Assim, a disputa eleitoral está sem nenhuma definição até para os próprios nomes e será decidida literalmente somente no ‘ultimo voto’.

“Sou o nome colocado, estou determinado, mas quero o Almi, o Zeca – deputado federal-, o Kemp – Pedro Kemp deputado estadual – me apoiando. Todos já haviam aberto mão, mas o Almi parece que voltou atrás. Quero não consenso unânime, mas a unidade e uma situação favorável. Mas a eleição será a mais difícil de todos os tempos, para todos. Não é só crise nacional que pega somente PT, todos estão envolvidos. E temos aqui a Lama Asfaltica, Coffe Brainkin, Aquários do Pantanal, etc. Para o PT não será novidade, pois nós nunca tivemos facilidade de disputas, sempre foi duro. Mas minha candidatura não é de momento, vem lá de atrás, e mais ainda, depois que o Zeca abriu mão. Não fico em busca de facilidades ou melhor cenário, que isso é até prejudicial e para os querem vida boa e que já remete falta de compromisso com o que é de fato”, finalizou.

Matéria: Lúcio Borges

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